****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** A lei da alimentação (parte 1) ((110/09) (25/05/2009) (ano 5)

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A lei da alimentação (parte 1)

Em certa ocasião encontrei-me com uma pessoa proveniente de um país asiático com a qual depois de alguns minutos iniciamos conversa a respeito das diferenças entre seu país de origem e o meu. À medida que a confiança aumentava tive a oportunidade de perguntar-lhe algo sobre o que tinha desejo de confirmar. Fiz a pergunta procurando não lhe ofender, e não a fiz sem antes pensar em que sua resposta podia mostrar-me seu descontentamento. A minha pergunta foi: "Me falaram que em alguns paises da Ásia (para não lhe dizer, o teu) comem besouros, moscas, baratas, e outras coisas como essas". Ante minhas palavras eu esperava receber sua reprovação negativa, mas não foi assim, surpreendentemente o homem teve grande ânimo e começou a descrever o que em seu país se fazia. Ele me disse: "Se soubesse que bom sabor tem as baratas. Minha esposa sabe como prepara-las e fica delicioso".

Para demonstrar-me que sua esposa sabia como preparar baratas passou a me explicar o processo. Imediatamente com os olhos brilhando, me explicou que um bom prato de cachorro ou gato é uma experiência muito agradável. Realçando a sua esposa, me disse que ela possuía bastante habilidade para prepara-los.

Em alguns paises da Ásia, além de moscas, formigas, macacos, vermes, besouros e cobras, também se comem morcegos que esticando suas asas por certo chegam a um metro.

Em outra ocasião tive a oportunidade de assistir a um programa cultural a respeito dos aborígines australianos. Pareceu-me curioso que uns deles, acompanhados por um explorador desse país, entraram em um lugar pantanoso aonde o lodo chegava quase à altura da cintura. Introduziram suas mãos no lodo e começaram a buscar, não demorou e nem foi difícil encontraram o que pareciam lombrigas gigantescas ou serpentes, grossas como um antebraço de homem e com um pouco mais de um metro de comprimento. Em seguida as assaram na brasa e as comeram.

Geralmente se diz que comer certos animais é apenas cultural, de lugar geográfico e de sobrevivência. Por isso, o que para uns é comestível a outros causa nojo. Humanamente falando, isso é certo, a pessoa normalmente como o que em seu ambiente se toma como comestível e descarta aquilo que não se toma como comestível. Assim é como as coisas sucedem entre os humanos.

Deus conhece as intenções humanas, sabe em por causa de sua curiosidade o homem é capaz de comer a tudo que se move, o que colocarem frente a seus olhos, cujo porque, por certo, é por causa do erro cometido no jardim do Éden, quando o homem transgrediu a ordem divina de não comer o fruto proibido, a partir de então o humano come de tudo o que é proibido. Deus não deixou a todos os animais para que o homem pudesse come-los. Por razões desconhecidas pelos humanos, o Criador proibiu de comermos qualquer animal, mesmo que a ciência não encontre razões válidas para tal proibição. Mas devem existir razões de peso para não permitir que os humanos comam a tudo que se move. Essas razões as desconhecemos, mas seguramente existem suficientes razões para que Deus assim tenha ordenado.

Este estudo tem o propósito de demonstrar alguns pontos relacionados a essa atitude, assim como também comentar o que a Palavra de Deus diz a esse respeito. O convite ao amável leitor é o de pensar em o que o homem começou a fazer depois do pecado.

Os primeiros registros

"E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás". [Gênesis 2: 16, 17]

Esse é o primeiro registro do qual se tem conhecimento em ralação ao alimento para os humanos. De acordo a esta passagem Bíblica, o homem foi constituído frutívoro, quer dizer, se alimentava de frutos que o mantinham saudável. Indubitavelmente o necessário para manter-lhe a perfeita saúde, sendo que não necessitava de mais nada. Lamentavelmente o pecado fez grandes estragos no sistema humano, pois não somente o impediu de ter comunicação com Deus, mas também iniciou nele um processo de desgaste que finalmente o conduziu a morte. Esse desgaste teve como resultado a necessidade de suprir o necessário para seu sustento, já que os frutos e a criação como um todo entraram em uma fase de corrupção de modo que as vitaminas, minerais, carboidratos e tudo quanto é fonte de vida para o ser humano tornou-se insuficiente para o seu sustento.

Foi a raiz do pecado cometido, que foi dado ao homem comer plantas (Gênesis 3: 18). Claro que o sentido comum nos conduz a entender que a disposição divina de dar-lhe a comer plantas do campo não foi um castigo pela desobediência, mas sim um meio pelo qual ajudar-lhe em sua sobrevivência. A partir do pecado o homem não comeria somente frutas, mas também plantas.

Mas a situação não parou ali, mas continuou mais à frente. Séculos mais tarde, depois que o homem foi expulso do Éden, veio o dilúvio que acabou com a vida de todo ser vivente sobre a superfície da terra. Foi quando Noé saiu da arca que Deus lhe falou dizendo: "Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento; tudo vos tenho dado como a erva verde". [Gênesis 9: 3]

A decisão divina de que o homem comeria a carne dos animais não deve ser entendida como vingança ou como castigo por haver desobedecido, notoriamente, Deus não é rancoroso, não deseja o mal para o ser humano, mas sim sua preservação.

Certamente o homem O desobedeceu, porém isso de forma alguma significou abandono da parte de Deus. O homem rompeu os laços de união eterna com seu Criador, mas isso não significa que Deus o tenha depreciado. Deus sempre tem se preocupado pelo bem do homem, por causa disso se entende que ter permitido ao homem comer carne, o fez por motivos claros que com certeza Lhe pareceram adequados, como um bom suplemento alimentar.

É interessante voltarmos a ler o versículo 3: "Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento", pois nos faz questionar o seguinte: Estava Deus tão irritado com o homem que pudesse castiga-lo fazendo-o comer inclusive animais  peçonhentos a fim de que padecesse grandes estragos em sua saúde? A resposta continua sendo não, Deus não age como o fazem os humanos. Que poderia significar essa frase hoje para os leitores da Bíblia, mais de cinco mil anos depois que foi dita a Noé? Sem medo de estar equivocado, hoje a frase "Tudo quanto se move, que é vivente" significam precisamente tudo, sem excluir besouros, camelos, suínos, cavalos, polvos, ostras, etc. Mas... Significou o mesmo para Noé? Entendeu ele que Deus lhe estava dizendo que podia comer lagartixas, camaleões, morcegos, hienas, aranhas, sanguessugas, lesmas, lombrigas, etc.? O sentido comum do qual estamos dotados nos faz perceber que a palavra "tudo" não inclui semelhantes coisas. Com certeza o sentido das palavras divinas não deve ser entendido como se tivesse sido dado a Noé a liberdade para comer qualquer animal. As pessoas das quais a Bíblia nos fala possuíam o sentido comum como nós na atualidade. A Escritura claramente informa que os humanos conheciam que existia diferença entre animais limpos e imundos, ou seja, animais que se pode comer e animais que não se pode comer. Veja o seguinte exemplo: "De todos os animais limpos tomarás para ti sete e sete, o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois, o macho e sua fêmea". [Gênesis 7: 2]

Não se encontra no relato bíblico quando foi que Deus deu a conhecer a diferença entre animais limpos e impuros, contudo, Noé conhecia essa diferença, ele conhecia quais são os animais limpos, de fato, ao dar-lhe Deus a ordem ele não vacilou em obedecer. Se não soubesse nada a respeito da diferença entre os animais, primeiro teria que ter sido instruído por Deus a esse respeito, mas não foi assim. Deus deu a ordem e ele obedeceu. E mais, Deus mesmo declara que salvaria Noé por o ter achado justo em sua geração. Ou seja. Noé era santo, livre do pecado e obediente a vontade do Criador, o que leva a concluir que não comia qualquer coisa, apenas aquelas que lhe provera a mente divina como comestíveis para a humanidade.

O relato da criação, os dos primeiros incidentes ocorridos com a humanidade, a obediência e a desobediência à vontade de Deus, não estão totalmente relatados nas Escrituras, apenas uns sete capítulos informam a respeito, disso se entende ser o motivo de que em apenas pequenos registros estão relacionados aos animais limpos e impuros, quer dizer, aos que se podem ou não comer, são fragmentos aqui e ali, mas não por isso carecem de importância. O entendimento do qual somos dotados obtém suficiente informação desses registros.

Conceitos sobre a lei da alimentação

Em algumas ocasiões se comenta que a lei da alimentação foi dada exclusivamente ao povo israelita, e que os cristãos estão desobrigados a obedece-la. Tal declaração possui um lado correto e um incorreto. Certamente Deus deu todas as Suas leis a Israel porque esse era Seu povo. Deus não deu Suas leis aos egípcios, aos gregos, aos caldeus, etc. Com nenhum outro povo fez Deus um pacto, mas só com Israel, por isso, é certo afirmar que as leis da alimentação, como todas as outras leis, foram dadas a eles e não a outro povo. Dessa maneira quando se diz que Deus deu a lei da alimentação aos Israelitas de diz uma verdade irrefutável simplesmente porque eles eram o povo escolhido, nenhum outro povo foi escolhido por Deus. Mas afirmar que os cristãos não necessitam obedecer tal lei, é algo que merece profunda consideração.

Normalmente se pensa que o novo pacto é para os cristãos, e que dentro dele não existe obrigação de guardar leis, simplesmente "porque Cristo as obedeceu em favor de Seu povo". Isso é um grande erro que merece urgente estudo. Por honra a verdade pode dizer-se que ser filho de Deus por intermédio do sangue de Cristo não desobriga a ninguém de obedecer às leis morais divinas, pelo contrário, o obriga a sua obediência, e a Deus é dada a autoridade legal para salvar ou para condenar a pessoa no ultimo dia.

Razão da obediência de Israel a lei da alimentação

Deuteronômio 14: 2, 3 diz: "Porque és povo santo ao SENHOR teu Deus; e o SENHOR te escolheu, de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe seres o seu próprio povo. Nenhuma coisa abominável comereis".

Depois que Deus libertou o povo de Israel da escravidão no Egito, passou a estabelecer com eles uma relação muito estreita. Tal relação se deve ao grande apreço que lhes tem. Foi precisamente devido a isso que se estabeleceu o antigo pacto no monte Sinai. Pouco antes de ser feito esse pacto, Deus lhes informou que se eles o aceitassem seriam colocados em uma posição muito excelente, tanto que isso incluía o honroso qualificativo de povo santo. Se Deus declarou santo o povo, significa que eles eram um povo santo. É por isso que Deuteronômio 14: 2, 3 claramente diz: "Porque és povo santo ao SENHOR teu Deus ... Nenhuma coisa abominável comereis".

De acordo com essa passagem, Israel não devia comer animais imundos porque era povo santo. Eles deviam evitar come-los não para ser santos, mas sim, porque o eram. Talvez o conceito divino sobre o qual a santidade se preserva deste mundo e do conceito humano.

Para muitos homens, para que as pessoas sejam santas não devem praticar as coisas más, mas para Deus as pessoas não as devem praticar porque são santas, e pela abstenção do pecado preservam essa santidade. Assim sendo, Israel não devia comer animais imundos porque era povo santo para Deus.

Lista de animais limpos e imundos

"Estes são os animais que comereis: o boi, a ovelha, e a cabra. O veado e a corça, e o búfalo, e a cabra montês, e o texugo, e a camurça, e o gamo. Todo o animal que tem unhas fendidas, divididas em duas, que rumina, entre os animais, aquilo comereis. Porém estes não comereis, dos que somente ruminam, ou que têm a unha fendida: o camelo, e a lebre, e o coelho, porque ruminam mas não têm a unha fendida; imundos vos serão. Nem o porco, porque tem unha fendida, mas não rumina; imundo vos será; não comereis da carne destes, e não tocareis nos seus cadáveres". [Deuteronômio 14: 4-8]

Com certeza nessa lista não aparecem todos os animais, só alguns animais, aqui não são mencionados o cachorro, o gato, o cavalo, a zebra, a hiena, o leão, o tigre, o hipopótamo, etc. Porém o sentido comum com o qual somos dotados claramente adverte a designação específica por meio da qual se pode entender quais são os animais que não se deve comer. De acordo com Deus, os animais comestíveis são aqueles que possuem casco fendido e que às vezes ruminam. Se só ruminam como o coelho, mas não tem casco são imundos; de igual maneira, se somente tem casco, mas não ruminam como o porco, então são imundos, não devem ser comidos. Essa é a lei referente aos quadrúpedes, dada por Deus a Israel.

O registro continua: "Isto comereis de tudo o que há nas águas; tudo o que tem barbatanas e escamas comereis. Mas tudo o que não tiver barbatanas nem escamas não o comereis; imundo vos será". [Deuteronômio 14: 9, 10]

A seguinte característica corresponde aos animais aquáticos. Sobre eles disse Deus a Israel, que poderiam comer aqueles que possuíssem barbatanas e escamas, o que nos demonstra que o animal comestível deve possuir barbatanas e escamas ao mesmo tempo. O texto não diz: que tenha barbatanas ou escamas, mas sim que tenha barbatanas e escamas, o que identifica dentre os animais aquáticos quais seriam os comestíveis. Animais como o polvo, lula, as ostras, os mariscos, ouriços, camarões, os peixes lisos, ou seja sem barbatanas ou escamas, enguias, caracóis, lagostas, e todos os peixes de couro, ou seja sem escamas, etc. são imundos, sua carne não foi declarada por Deus comestível para Seu povo.

A terceira designação é referente às aves.  
"Toda a ave limpa comereis. Porém estas são as que não comereis: a águia, e o quebrantosso, e o xofrango, E o abutre, e o falcão, e o milhafre, segundo a sua espécie. E todo o corvo, segundo a sua espécie. E a avestruz, e o mocho, e a gaivota, e o gavião, segundo a sua espécie. E o bufo, e a coruja, e a gralha, E o cisne, e o pelicano, e o corvo marinho, E a cegonha, e a garça, segundo a sua espécie, e a poupa, e o morcego". [Deuteronômio 14: 11-18]

Esta lista também é curta, já que um grande número de aves comestíveis e não comestíveis não são nomeadas.

A quarta designação se refere aos insetos.  
"Também todo o inseto que voa, vos será imundo; não se comerá". [Deuteronômio 14: 19]

Esse texto é curto, não identifica a nenhum inseto, mas existe uma lista bastante específica em Levítico 11: 20-23: "Todo o inseto que voa, que anda sobre quatro pés, será para vós uma abominação. Mas isto comereis de todo o inseto que voa, que anda sobre quatro pés: o que tiver pernas sobre os seus pés, para saltar com elas sobre a terra. Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie. E todos os outros insetos que voam, que têm quatro pés, serão para vós uma abominação".

Para muitos esse texto poderia ser intolerável devido a que nós normalmente não comemos insetos, contudo, come-los não é pecado, inclusive João Batista se alimentava de alguns aqui listados.

Levítico 11 é bastante amplo ao declarar outros animais não mencionados em Deuteronômio 14, por exemplo: "E todo o animal que anda sobre as suas patas, todo o animal que anda a quatro pés, vos será por imundo; qualquer que tocar nos seus cadáveres será imundo até à tarde". [Levítico 11: 27] "Estes também vos serão por imundos entre os répteis que se arrastam sobre a terra; a doninha, e o rato, e a tartaruga segundo a sua espécie". [Levítico 11: 29] "Também todo o réptil, que se arrasta sobre a terra, será abominação; não se comerá". [Levítico 11: 41] "Tudo o que anda sobre o ventre, e tudo o que anda sobre quatro pés, ou que tem muitos pés, entre todo o réptil que se arrasta sobre a terra, não comereis, porquanto são uma abominação". [Levítico 11: 42]

"Esta é a lei dos animais, e das aves, e de toda criatura vivente que se move nas águas, e de toda criatura que se arrasta sobre a terra; Para fazer diferença entre o imundo e o limpo; e entre animais que se podem comer e os animais que não se podem comer". [Levítico 11:  46, 47]

Tanto Levítico capítulo 11 como Deuteronômio capitulo 14 trazem a lista de animais comestíveis e não comestíveis.

Algumas variantes bastante notórias podem ser encontradas em ambos os capítulos que deixam mais clara o entendimento de seus leitores, motivo o qual é recomendado ler ambas as listas.

Ademais dos animais listados como não comestíveis existem muitos mais que poderemos descobrir observando as características dos mesmos, entre eles alguns: lesmas, caracóis, lombrigas, vermes, tatu, e muitos mais.

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****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** Edição de domingo (24/05/2009 (ano 5) Quem deve ser ministro de Deus? (parte 2)

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Quem deve ser ministro de Deus? (parte 2) - no anexo a apostila completa

Conhecidos por seus frutos

Um ponto muito importante que Deus usa para escolher a Seus ministros é encontrado em Mateus 7: 17-20: "Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis". (aqui devemos lembrar que os frutos não são apenas as ovelhas, mas também o cultivo dos frutos do espírito).

Cristo falou aos Seus discípulos essas palavras antes da crucificação. Perto do final de Seus três anos e meio de intenso treinamento, e no principio de seus apostolados para ajudar na edificação da igreja sob o governo de Cristo. Ele disse a eles: "Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda". [João 15: 16]

Esses discípulos e futuros apóstolos (com exceção de Judas Iscariotes) confirmaram seus chamados com lealdade e crescimento no espírito e poder de Deus. Cristo atendendo a vontade do Pai os elegeu chamando-os da ocupação que tinham anteriormente a segui-Lo.

Hoje em dia os líderes da igreja são responsáveis de cuidadosamente considerar os frutos daqueles que tem potencial para ser ministros. Tem que examinar seus cumprimentos e crescimento, em diferentes situações, especialmente nos frutos do espírito santo de Deus: "amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei". [Gálatas 5: 22, 23]

Histórico e antecedentes

Escolher homens para que sejam ministros de Deus leva a uma cuidadosa deliberação por um longo período de tempo. Deus torna responsáveis por isso aos líderes da igreja, eles devem ter cuidado e ser prudentes nessa importante situação.

Na maioria dos casos, os ministros de Deus, tem servido em funções menores por muitos anos, provando seus compromissos e fidelidade aos mandamentos de Deus, colocando a Deus e Seu reino acima de qualquer outra coisa em suas vidas já a alguns anos. Ordenar homens ao ministério de Deus nunca se faz de repente. O apóstolo Paulo admoestou a Timóteo, um ministro, em relação a isso: "A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro". [1Timóteo 5: 22]

Ordenar a um "bebe" ou neófito no ministério quase sempre quer dizer desastre. Ele tem visto 6000 anos de natureza humana e tudo o que dela sai: luxuria, avareza, orgulho e vaidade. Deus entende que os seres humanos são, em seu melhor, extremamente complicados e capazes de enganar – até de enganarem a si mesmos.

Por essa razão os fieis ministros sempre tem buscado o recorde histórico dos homens. Sem engano, esse homem quase nunca está consciente disso. Para tanto ele não é voluntário nem faz campanhas para de alguma maneira "obter" uma função ministerial. Como Deus guia os Seus ministros, Ele ajuda a eles a quem escolher, examinando os frutos do homem, além de outras diretrizes bíblicas.

Contudo, nas décadas recentes, certos ministros liberais, rapidamente e descuidadamente tem ordenado homens simplesmente por razões políticas ou egoístas. Algumas dessas "manobras políticas" tem causado ministérios de grupos dispersos do povo de Deus. Convertendo-se em duros e dominantes, a esses homens se tem dado a liberdade de saquear ao remanescente disperso do rebanho de Deus. Muitos criam organizações ou denominações e passam a querer o domínio sobre as demais igrejas locais.

Em primeiro lugar como eles nunca deveriam ter sido ordenados, estes "lobos" ajudam a muitos irmãos a se separarem da igreja de Deus por completo (Atos 20: 29). Você pode ver porque tantas precauções são necessárias para selecionar a um ministro de Deus.

Algumas personalidades são naturalmente mais dominantes que outras, mas pessoas dominantes e irascíveis, raramente podem ser ministros edificadores da igreja de Deus. O pior que poderia ocorrer a homens assim (e aos que estão abaixo dele) seria dar-lhes demasiada autoridade e poder. Mais cedo ou mais tarde eles se converteriam em verdadeiros ditadores e agiriam como se fossem donos da igreja.

Selecionando homens a ser anciãos (presbíteros), Paulo deu a Timóteo diretrizes com muitos detalhes: sóbrios, hospitaleiros, aptidão para ensinar e ajudar os irmãos, paciente, e que aja apropriadamente, ensinando a seus filhos (se os tiver) uma conduta correta.

Alguns atributos que desclassificariam a um homem de poder ser um ministro incluem alcoolismo ou tendência ao alcoolismo, ganancioso por dinheiro, dado a contendas, etc.

Paulo escreveu que o homem não deve ser um "neófito", para que se envaidecendo não caia na condenação do diabo (1Timóteo 3: 6). Os frutos de um homem devem ser avaliados, e deve ter um histórico serviço fiel a Deus por um grande tempo. Estes não são produzidos no transcurso de uma noite. Isso leva tempo e necessita  uma cuidadosa avaliação.

Um bom exemplo – o apóstolo Paulo

Quando Deus milagrosamente chamou Paulo à verdade, Paulo não foi imediatamente um ministro, mesmo que ele tenha sido "instruído... aos pés de Gamaliel", que era um doutor da lei bem conhecido e muito respeitado por seu entendimento e conhecimento doutrinal.

Por Gamaliel, Paulo foi: "... instruído conforme a verdade da lei de nossos pais, zeloso de Deus, como todos vós hoje sois". Paulo era tão zeloso que até perseguiu e prendeu aos cristãos, trazendo a muitos até mesmo a morte (vs. 4). Ele era tão efetivo que como resultado, era tão respeitado por isso que até os sacerdotes principais e o conselho dos anciãos – os poderes de cargos mais altos das religiões da Judéia – lhe deram a autoridade de atuar em nome deles.

Note que Paulo escreveu sobre ele mesmo aos filipenses: "Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu; Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível".  [Filipenses 3: 4-6]

Em Gálatas 1: 14 ele escreveu: "E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais".

Humanamente falando, Paulo, teria muito de que se jactar. Aos olhos do mundo ele teria suficientes credenciais para converter-se em um ministro imediatamente depois de sua conversão. Mas, Deus não o usou dessa forma. Quando Deus chamou a Paulo (aproximadamente no ano 35 d.C.), Ele não o converteu em um apóstolo imediatamente – nem sequer em um ministro. Em vez disso ele visitou Jerusalém por 15 dias onde conheceu os apóstolos Pedro e Tiago, o irmão de Cristo. Então Paulo viajou pela Síria e Cilícia, chegando até Tarso, sua cidade (Gálatas 1: 11-24; 2: 1; Atos 9: 1-30; 11: 19-26).

As escrituras revelam que, apesar das impressionantes credenciais de Paulo. Ele não foi usado ativamente como um apóstolo até muitos anos depois de sua conversão.

Reputação dos de fora

Em 1Timóteo 3: 7 encontramos outra qualificação – para um que tenha potencial para ser ministro "deve ter boa reputação" dos que estão fora da igreja. Isto quer dizer não ter antecedentes policiais, não ter praticado delitos menores ou maiores. Tem que ter um bom nome e limpo, credito, não sonegar impostos, etc. Deve ser totalmente integro em sua ocupação ou negócios. Em 1Timóteo 3; 10, 11 existe uma lista das condições para a escolha de um diácono que também se aplica a um presbítero ou ministro local. "Estes também sejam submetidos a prova primeiro...".

Deus escolhe a Seus ministros por meio de um completo exame e avaliando os frutos individuais de cada homem e seu histórico – espiritual, profissional, financeiro e legal. Este processo de selecionar não pode ser feito rapidamente as pressas, porque os ministros de Deus representam Seu governo na igreja "que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade". [1Timóteo 3: 15]

Se um homem tem instrução e tem condições então se chega a outro obstáculo. Pode ou está disposto a fazer o trabalho?

Isto é expresso em Tito 1: 9 "Retendo firme a fiel palavra (o homem que está sendo avaliado), que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes" (os que recusam, negam, desvirtuam, contradizem a verdade). Ele deve utilizar a sã doutrina para exortar e convencer aos que contradizem porque como diz o versículo 10: "Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores..." Isto ocorria no tempo de Paulo e muito mais hoje em dia, no tempo do fim, quando o rebanho está disperso e existem pouquíssimos presbíteros fiéis.

Assim sendo, o ministério, deve ser mais cauteloso e cuidadoso para ordenar homens, porque a ameaça maior para a igreja de Deus vem dos ministros desleais.

Paulo advertiu a esse respeito em atos 20: 29, 30: "Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si". E de nós mesmos se levantarão homens que falem coisas perversas para arrastar atrás de si os discípulos (assim como temos visto). Ministros que permanecem próximos de Deus também permanecem fiéis a Sua verdadeira igreja ao fazer Sua obra (mesmo quando em um país existirem pouquíssimas igrejas locais que sirvam ao Senhor da forma por ele requerida).

Outras considerações

Mesmo que ser um ministro traga grandes recompensas por servir ao povo de Deus existem outras implicações serias. Tiago, apóstolo na igreja de Jerusalém (por volta do ano 42 d.C. até 62), disse: "Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo". [Tiago 3: 1]. Não é necessariamente mal que um homem anseie ser um ministro. Observe: "Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja". [1Timóteo 3: 1]. Porém ele deve reconhecer que Deus lhe requer uma conduta mais santa e um juízo mais duro. Deus espera dos que ensinam aos outros praticar em tudo o que ensinam e que andem em Sua verdade, que sejam exemplo para a congregação – do contrário estarão caminhando em hipocrisia. Novamente lembremo-nos do que nos diz o apóstolo Tiago: "Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo". [Tiago 3: 1]

Somente homens

Deus também proíbe que as mulheres sejam ministros em Sua igreja. Sem engano, Ele permite a elas que sirvam como diaconisas ou em outras funções. Deus coloca a norma. Ele determinou muito tempo atrás que os homens seriam os líderes de suas famílias e na igreja.

Em 1Coríntios 14: 34 Paulo admoestou: "As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei". 1Timóteo 2: 12 acrescenta: "Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio". E finalmente, 1Pedro 3: 1-4 demonstra um belo aspecto dessa sujeição: "Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra; Considerando a vossa vida casta, em temor. O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus".

Desafortunadamente, algumas vezes, mulheres de hoje em dia tem que assumir a liderança em suas famílias porque o homem não está presente, ou ele fracassa em levar a cabo as responsabilidades que Deus lhe atribuiu. Nesses casos, as mulheres "carregam a tocha" – a responsabilidade – pro causa da responsabilidade.

Mas na igreja de Deus esse não é o caso. Cristo disse: "... edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela". [Mateus 16: 18]. Através dos 2000 anos da história da igreja, Deus sempre tem tido ministros fiéis e leais – homens – para alimentar e guiar o Seu rebanho.

Líderes com grupos que se achegam a verdade

Através dos anos tem havido ocasiões nas quais um grupo, incluindo seu ministro aproximam-se da verdade pela primeira vez, e tratam de entrar na igreja de Deus todos juntos. É muito gratificante quando a obra de Deus impacta paises ao redor do mundo. Nós damos as boas vindas a todos os que tratam de seguir o caminho de Deus e Seus mandamentos. Contudo temos que ter cuidado e ser cautelosos quando vem um grupo grande a igreja de Deus. O processo deve ser rápido, mas metódico. Como nossas doutrinas são novas para muitos eles tem que examina-las cuidadosamente e completamente, ou acabarão misturando seu velho fermento.

Nossa meta e demonstrar respeito, diplomaticamente, a um líder que quer seguir conosco como o porta voz principal e coordenador de um grupo. Mas, somente depois de um período de tempo, quase sempre anos, poderá ele ser ordenado ministro, se Deus o estiver escolhendo. (Isto também se aplica a todos aqueles que haviam sido ordenados na verdade de Deus, mas tiveram comunhão em grupos apostatas).

Deus considera responsabilidade dos líderes da igreja de Deus por ordenar alguém que seja novo na fé. Ademais todas as condições das Escrituras devem ser cumpridas.

Se Deus abre a mente a um líder e aos que com ele estão em seu grupo, e ele continua servindo ao grupo e está disposto a humilhar-se, está pode ser uma indicação de que Deus o está trabalhando. Lembre-se de que Cristo, a quem devemos seguir e imitar: "Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo... humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte...Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome". [Filipenses 2: 7-9] Um líder desses deveria dar-se conta que sua posição antiga é irrelevante diante dos olhos de Deus.

É a Deus a quem servimos. Nos submetemos ao Seu governo pelo bem da unidade e da ordem. Se tal líder é ordenado depois de um período de tempo, ele teria que continuar submetendo-se ao governo de Deus. Como um ministro ele diretamente representa o governo de Deus na igreja local. Ele nunca deve ser um ditador sem piedade. Ele deve ajudar e servir ao povo de Deus. 2Coríntios 1: 24 diz: "Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé".

Deus invariavelmente chama somente chama um ou muitos poucos de um grupo. A história da igreja demonstra isso. Existem alguns relatos de grupos grandes que tem vindo para a verdade – mas com o tempo vão diminuindo. (isso presenciamos em nossa própria congregação).

Leia o que Cristo diz em Lucas 21: 16 "E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós". Como é difícil até para as famílias o estar unidos debaixo da verdade de Deus, a probabilidade de que um grupo de 40 ou 50 pessoas possam estar é muito pequena. As experiências do passado tem demonstrado que quando um grupo inicialmente vem a verdade, somente alguns dentre eles eram verdadeiramente chamados.

Os riscos são grandes

Deus, protegendo ao Seu rebanho, requer de Seus ministros a manter certas condições de ordem para que possam apropriadamente ensinar e guiar aos futuros lideres de Seu já próximo vindouro reino. Como um processo de seleção, Deus faz uma avaliação dos frutos e do histórico dos candidatos com potencial a ser ministros. Ele também criou uma guia diretiva de Escrituras especificas, requerendo que estes homens tenham a responsabilidade de manter uma norma de caráter mais elevada.

Os que se convertem em Seus ministros tem que realizar os trabalhos mais exigentes, mas de grande recompensa, que eles possam imaginar. O ministério não é um lugar para os neófitos (novatos na fé), nem é algo que se deva receber ou dar rapidamente.  

Fim...

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Eu não tenho o direito de ficar orgulhoso por anunciar o evangelho. Afinal de contas, fazer isso é minha obrigação. Ai de mim se não anunciar o evangelho! (1Co.9.16)

"Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo... Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?" (Gálatas 1:10 e 4:16).

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