****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** O que é uma igreja de Deus [166/09) (12/08/2009) (ano 5)

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O que é uma igreja de Deus

"Pois vós, irmãos, vos tornastes imitadores das igrejas de Deus em Cristo Jesus que estão na Judéia" (1 Tes. 2:14)

A ignorância que prevalece no Cristianismo agora em relação às Igrejas de Deus é profunda e mais geral que qualquer outro erro sobre qualquer outro tema das Escrituras. Muitos que são fortes em relação ao Evangelho e são corretamente ensinados sobre os grandes fundamentos da fé, estão equivocados em relação à igreja. Há de se notar que a confusão que abunda diz mais respeito a palavra "igreja". Há poucas palavras com tamanha variedade de sentidos. O homem comum entende por "igreja" um edifício no qual as pessoas se congregam para a adoração pública. Porém os que compreendem melhor, sabem que o termo se refere às pessoas que se congregam neste edifício. Outros usam o termo em um sentido denominacional e chamam de a "Igreja Metodista" ou a "Igreja Presbiteriana". Também se emprega para chamar de instituições do Estado como a "Igreja da Inglaterra" ou a "Igreja da Escócia. Para os papistas, a palavra "igreja" é quase sinônimo da palavra "salvação", porque eles ensinam que todos os que estão fora da "Santa Igreja Mãe" estão eternamente perdidos.

Para muitos que são até mesmo do povo de Deus, parece não lhes interessar o que Deus pensa sobre o tema. É triste notar que homens devotos no Evangelho, que proclamam a Palavra de Deus, nos comentam que não se molestam em relação à doutrina da Igreja; que a salvação é um tema mais importante; e o estabelecimento dos cristãos nos fundamentos é tudo o que é necessário. Vemos que eles dão capítulo e versículo para cada declaração que fazem e enfatizam a autoridade da Palavra de Deus, porém cerram os olhos aos seus ensinamentos sobre a Igreja.

Que constitui uma Igreja Neotestamentaria?

Que haja multidões de supostos cristãos que desdenham da importância desta questão em manifesto suas ações os demonstram. Não se molestam em contestar a pergunta. Alguns estão contentes em ficar fora de qualquer Igreja terrena. Outros se unem a alguma igreja por considerações sentimentais, porque seus pais ou seus parentes pertencem a ela. Todavia outros se unem a uma igreja por motivos mais baixos, por razões políticas ou de negócios. Porém isto não deve ser assim.

Se o leitor é Anglicano, deve sê-lo porque está convencido de que sua igreja é a mais bíblica. Se for presbiteriano, deve sê-lo pela convicção de que sua igreja está mais de acordo com a Palavra de Deus. E assim também se és Batista, ou Metodista, etc.

Há muitos outros que não guardam nenhuma esperança de poder contestar satisfatoriamente a pergunta: O que é uma Igreja Neotestamentaria? A confusão que causam no cristianismo, as numerosas seitas e denominações, que diferem amplamente na doutrina e na constituição da igreja e na sua idéia sobre o seu governo, tem desanimado a muitos. Não dispõem de tempo necessário para examinar as declarações de muitas denominações, muitos cristãos professos são pessoas muito ocupadas, que trabalham muito para ganhar a vida, e não tem o tempo necessário para investigar adequadamente os méritos escriturísticos dos diferentes sistemas eclesiásticos. Conseqüentemente deixam de lado essa questão, porque a vem demasiadamente difícil e complexa para poder chegar a uma conclusão satisfatória e conclusiva. Porém a solução não deve ser essa. Em vez dessas diferenças de opiniões nos deixarem perplexos, isso deveria nos estimular a chegar a compreender a mente de Deus em relação ao assunto. Se Ele nos diz que devemos "comprar a verdade", o que implica que o esforço e o sacrifício são necessários, somos convidados a "provar todas as coisas".

Agora, é óbvio a todos que deve haver uma maneira mais excelente do que a de examinar os credos e os artigos de fé de todas as demais denominações. O único método satisfatório para descobrir a resposta divina à pergunta é voltarmos para o próprio Novo Testamento e estudar seus ensinamentos relacionados à "igreja"; não o ponto de vista de algum homem piedoso; não aceitando o credo de uma igreja a qual pertencem nossos pais; mas sim provando todas as coisas por si mesmas. O povo de Deus não tem nenhum direito de organizar uma igreja sobre fundamentos que não são os que  governaram as igrejas no tempo do Novo Testamento. Uma instituição cujos ensinamentos ou governo são contrários aos do Novo Testamento sem dúvida não é uma igreja neotestamentaria.

Agora, se Deus tem considerado de suma importância colocar entre as páginas de inspiração, o que é uma igreja  neotestamentaria, então deve ser importante para cada homem ou mulher estudar o que está escrito, e nos submetermos a sua autoridade e nos conformarmos à sua conduta. Assim que apelo unicamente ao Novo Testamento e busco a resposta a nossa pergunta.

1. Uma Igreja neotestamentaria é um corpo local de crentes. Muita confusão tem sido o resultado de se utilizar adjetivos que não se encontram no Novo Testamento. Se fossemos perguntar a alguns cristãos professos: a que igreja você pertence? Contestariam: a grande igreja invisível de Cristo - uma igreja que é intangível e invisível. Quantos repetem o Credo: "Creio na santa igreja católica, que certamente não era parte alguma no credo que os apóstolos mantiveram. Outros falam de uma "igreja militante" e de uma  igreja triunfante", porém nenhum destes termos são encontrados nas Escrituras, e os empregarmos somente cria dificuldade e confusão. No momento que deixamos de reter "o modelo das sãs palavras" (2 Timóteo 2:13) e usamos termos não escriturísticos, somente nos confundimos ainda mais. Não podemos melhorar as Sagradas Escrituras. Não há necessidade de inventar mais termos, fazê-lo é criticar o vocabulário do espírito santo. Quando alguns falam de uma igreja universal de Cristo, empregam um termo anti escriturístico. O que querem dizer é "a família de Deus". Esta última expressão inclui toda a companhia dos eleitos, porém a palavra "igreja" não tem o mesmo sentido. O tipo de Igreja que é enfatizado no Novo Testamento, não é nem invisível nem universal, mas visível e local. A palavra para "igreja" é ekklesia e os que conhecem a língua grega estão de acordo que significa uma assembléia. Uma assembléia é um grupo de pessoas que reunidas. Se nunca se reúnem, então isso seria mau uso de linguagem dizer que são uma assembléia. Por isso, como todo o povo de Deus nunca tem estado em uma assembléia, juntos, não há uma Igreja ou assembléia universal. Essa igreja é todavia futura porque ainda não tem uma existência corporal.

Para provar o que se disse acima, vamos examinar as passagens onde o termo foi usado pelo nosso próprio Senhor durante os dias de sua carne. Somente duas vezes nos quatro Evangelhos encontramos Cristo falando de sua "igreja" . A primeira está em Mateus 16:18, onde disse Jesus a Pedro "Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela". A que tipo de Igreja se referia o Salvador ! A grande maioria dos cristãos professos pensam que foi a grande igreja invisível, mística e universal, que inclui todos os redimidos. Porém certamente estão equivocados. Se isto houvesse sido o sentido das suas palavras, necessariamente haveria dito "Sobre esta pedra estou construindo minha Igreja". Porém disse "construirei", tempo futuro. O que demonstra que quando falou estas palavras, a igreja não tinha existência, salvo no propósito de Deus. A igreja à qual Cristo se refere em Mateus 16:18 não podia ser universal, isto é, uma igreja que inclui todos os santos de Deus, porque o tempo do verbo que emprega manifestamente exclui os santos do Antigo Testamento. Além disso, nosso Senhor não se referia à igreja na glória, porque essa Igreja já não estará sob o perigo das portas do inferno. Sua declaração que "as portas do inferno não prevalecerão contra ela" sem dúvida esclarece que se refere a Sua igreja sobre a terra, uma Igreja visível e universal. O único outro exemplo de nosso Senhor falando da Igreja quando esteve na terra, se encontra em Mateus 18:17 : "Se recusar ouvi-los, dize-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano". Agora, o único tipo de igreja a qual um irmão pode falar de seus problemas é uma igreja visível e local. Isto é tão óbvio que não há necessidade de falar mais deste ponto. No último livro do Novo Testamento, encontramos o nosso Senhor usando o termo outra vez. Primeiro em Apocalipse 1:11 disse a João "Escreve em um livro o que vês, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia". Outra vez, é claro que o Senhor fala de igrejas locais. Depois disto, o Senhor usa a palavra 19 vezes no Apocalipse e em cada passagem a referência foi à igrejas locais. Sete vezes repete "O que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as igrejas", não disse "ouça o que o Espírito diz à Igreja" - o que haveria dito se a opinião popular fosse a correta. A última referência no Apocalipse está em Apocalipse 22:16: "Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã". A razão disto é que a igreja de Cristo ainda não tem nenhuma existência tangível e incorporada, seja na eternidade ou sobre a terra; tudo o que tem agora são Suas Igrejas locais.

Uma prova adicional de que o tipo de igreja que é enfatizado no Novo Testamento é local e visível, está em outros passagens da Escritura. Lemos da "igreja que estava em Jerusalém" (Atos 8:1), "a igreja que estava em Antioquia" (Atos 13:1); "a igreja de Deus que está em Corinto" (1 Coríntios 1:2) - tomem nota de que ainda que esta Igreja tinha vínculos com as demais Igrejas, se distingue de "todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Coríntios 1:2). Outra vez lemos de igrejas, plural no número. "Assim as igrejas em toda a Judéia, Galiléia e Samaria, tinham paz..." (Atos 9:31); "...As igrejas de Cristo vos saúdam" (Romanos 16:16); "..as igrejas da Galácia" (Gálatas 1:2). Assim que se pode ver que a idéia predominante no Novo Testamento, é a de igrejas locais e visíveis

2. Uma Igreja neotestamentaria é um corpo local de crentes batizados. Por crentes batizados" quero dizer cristão que tenha sido submergidos em água. Em todo o Novo Testamento, não há nem um só caso de alguém que chegara a ser membro de uma igreja de Jesus Cristo sem ter sido primeiramente batizado; há muitos casos, muitas indicações e provas de que todos os que pertenciam às igrejas nos dias dos apóstolos eram cristãos batizados.

Vamos ver primeiro a última parte de Atos 2:47: "E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos". Notem que o versículo não diz que "Deus" ou "o Espírito Santo" mas "o Senhor" acrescentava. A razão é esta: "o Senhor" leva a idéia de autoridade e os que Ele acrescentava à igreja haviam se submetido ao Seu senhorio. E a maneira pela qual haviam se submetido a Ele está nos versículos 41-42: "De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia  agregaram-se quase três mil almas; e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão no partir do pão e nas orações". Assim que durante os dias mais primitivos desta dispensação, o Senhor  acrescentava à Sua igreja pessoas que estavam sendo batizadas.

Vejam a primeira das epístolas. Romanos 12:4-5 demonstra que os santos em Roma formavam uma igreja local. Agora regressemos a Romanos 6:4-5 onde encontramos o apóstolo dizendo aos membros de Roma (e deles): "Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição". Assim que os membros da igreja local em Roma eram cristãos batizados.

Agora considerem a igreja em Corinto. Em Atos 18:8 lemos: "e muitos dos coríntios, ouvindo, criam e eram batizados". Outra prova de que os santos de Corinto foram batizados se acha em 1 Coríntios  1:13-14; 10:2,6. E 1 Coríntios 12:13 traduzido corretamente expressamente afirma que a entrada à assembléia local é pelo batismo nas águas.

3. Uma Igreja neotestamentaria é um corpo local de crentes batizados que formam uma organização. Uma assembléia é um grupo de pessoas que se reúnem juntos em uma organização, de outro modo não haveria nada para distinguir-lhes de uma multidão qualquer. Prova clara disto se acha em  Atos 19:39: "E se demandais alguma outra coisa, averiguar-se-á em legítima assembléia". Estas palavras foram pronunciadas pelo escrivão do povo à multidão que quebrantava a paz. E havendo "apaziguado a multidão" e havendo afirmado que os apóstolos não eram nem ladrões de igrejas ou  blasfemadores da deusa do povo, lhes recordou a Demétrio e seus seguidores que "os tribunais estão abertos e há procônsules"; e lhes convida a acusar-se uns aos outros. A palavra grega para "assembléia" nesta passagem é ekklesia e a referência foi à corte jurídica Romana, isto é, uma organização governada por leis. Também as figuras usadas pelo Espírito Santo em relação com a "igreja" são pertinentes unicamente a uma organização local. Em Romanos 12 e em 1 Coríntios 12 Ele emprega o "corpo" humano como uma analogia ou ilustração. Este exemplo não é próprio para representar uma igreja "invisível" ou  "universal" cujos membros estão esparzidos por toda a terra. Não é necessário recordar ao leitor que não há organização mais  perfeita na terra que o corpo humano, cada membro em seu lugar apropriado, cada um cumprindo seu  dever e função. Em 1 Timóteo 3:15 a igreja é chamada "a casa de Deus". Esta "casa" fala de  organização, cada habitante tendo sua própria recamaras, os móveis em seu lugar, etc.

Outra prova de que uma "igreja" neotestamentaria é um grupo local de crentes batizados, em uma relação organizada, se acha em Atos 7:38, onde o espírito santo aplica o termo ekklesia aos  filhos de Israel - "na congregação (igreja) no deserto". Agora bem, os filhos de Israel no deserto eram  uma assembléia organizada, redimida e batizada. Será que alguém se surpreenda de que foram batizados? Porém a Palavra de Deus é mui explícita neste ponto: "Pois não quero, irmãos, que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar; e, na nuvem e no mar, todos  foram batizados em Moisés" (1 Coríntios 10:1-2). Também estavam organizados; tinham seus "príncipes" (Números 7:2) e seus "sacerdotes", "anciões" (Êxodo 24:1) e seus "oficiais" (Deuteronômio). Assim pois podemos ver que foi correto aplicar o termo ekklesia a Israel no deserto. E podemos descobrir como sua aplicação a Israel pode nos ajudar a definir seu sentido exato. Vemos que uma igreja neotestamentaria tem seus "oficiais", seus "anciões" (que é o mesmo que "presbíteros ou bispos") e "diáconos" (Timóteo 3:11,12).

4. Uma Igreja neotestamentaria é um corpo local de crentes batizados em uma organização pública e corporalmente adorando a Deus da maneira que Ele estabeleceu. Seria necessário citar uma boa  parte do Novo Testamento, para aprofundarmos este tema. Melhor é que o leitor leia com  cuidado o livro dos Atos e as epístolas, com a mente aberta, e encontrará abundante confirmação do tema. Porém somente permita-me dizer em resumo:

Primeiro, para manter "a doutrina dos apóstolos" e o companheirismo (Atos 2:42).

Segundo, para preservar e perpetuar o batismo escriturístico e a ceia do Senhor: "as instruções tal como" Paulo as entregou à Igreja (1 Coríntios 11:2).

Terceiro, para manter a disciplina santa: Atos 13:17; 1 Timóteo 5:20-21, etc.

Quarto, para ir a todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura (Marcos 16:15; Apocalipse 10: 11).

5. Uma Igreja neotestamentaria é independente de tudo, menos de Deus. Cada igreja local é completamente independente de todas as demais. Uma igreja em uma cidade não tem autoridade sobre outra igreja em outra cidade. Nem tampouco pode um grupo de igrejas locais eleger um "comitê", "chefe" ou "papa" para assenhorar-se sobre os membros daquelas igrejas. Cada igreja tem seu próprio governo, conforme 1 Coríntios 16:3; 2 Coríntios 8:19. Por "governo" quero dizer que sua obra é administrativa e não legislativa. (Podem existir conselhos formados por representantes das igrejas locais para manterem as igrejas na sã doutrina, mas sem interferir no governo local /administrativo das igrejas).

6. Uma igreja neotestamentaria deve fazer todas as coisas decentemente e em ordem (1 Coríntios 14:40), e sua única regra para ordenar as coisas é a Sagrada Escritura. Seu único modelo, sua corte de apelação, é a Bíblia e nada mais que a Bíblia, pela qual todas as questões de fé, doutrina, e a vida cristã são determinadas. Sua única cabeça é Cristo: Ele é seu Legislador, Fonte e Senhor. A Igreja local deve ser governada pelo que o espírito disse às igrejas. Por isso logicamente está  separada do Estado e deve recusar o sustento econômico do Estado. Ainda que seus membros sejam instruídos a submeterem-se "às autoridades superiores" (Romanos 13:1), não devem permitir que o  Estado lhes dite nos assuntos da fé ou da prática.

7. A administração do governo de uma igreja neotestamentaria reside em sua própria membresia que formará segundo a vontade e escolha de Deus, seu corpo ministerial, nenhum homem de outra congregação local poderá interferir no governo administrativo de uma igreja local. O ministério colocado por Deus em cada congregação local decide as ações da igreja local da qual faz parte. Isto se vê claramente ao se ler 1Pedro 5: 1, 2.

Em resumo: a menos que haja um grupo de pessoas regeneradas, batizadas de acordo com as Escrituras (Atos 2: 38), organizadas segundo o Novo Testamento, adorando a Deus segundo suas instruções, tendo companheirismo e mantendo a doutrina dos apóstolos, guardando as leis de Deus, mantendo as ordenanças, preservando na disciplina estrita, ativa na evangelização, então não há uma igreja neotestamentaria. Porém se um grupo possui estas características, é então a única instituição em toda terra ordenada, construída e aprovada pelo Senhor Jesus Cristo, é uma igreja de Deus. Assim que o escritor considera seu maior privilégio, depois de ser salvo, pertencer a uma de Suas igrejas. Que a graça divina me ajude a andar dignamente como membro de Sua Igreja!

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****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** O cego Bartimeu [165/09) (11/08/2009) (ano 5)

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O cego Bartimeu

A Bíblia nos conta, em João 20:30, que Jesus operou muitos sinais na presença de seus discípulos, tão numerosos que até inviabiliza a narração de cada um deles na Bíblia. Ficaram registrados apenas alguns dos mais marcantes, aqueles que mais poderiam trazer lições para aqueles que os lessem no futuro. E um desses sinais citados na Bíblia, e que muito nos ensina, é o da cura do cego Bartimeu, descrita no livro de Marcos: "Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto do caminho, mendigando. E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim. E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim. E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama. E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus. E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista. E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho." (Marcos 10:46-52)

Uma das maiores dificuldades da vida de um cego é a de ter que acreditar nos fatos somente pelo que ouve dos outros. Um cego obviamente não tem como exercer o direito de ver as coisas como elas aconteceram, ainda que elas ocorram à sua frente. Resta somente ter impressões auditivas e acreditar naquilo que outras pessoas lhe contam. Assim, o nível de fé de Bartimeu não difere muito da de um novo convertido do nosso tempo. Hoje não temos o privilégio de ver Jesus Cristo em carne e osso como os apóstolos viram, privilégio esse que o cego Bartimeu também não tinha. Da mesma forma que nós hoje podemos conhecer a Jesus Cristo somente pelo que seus apóstolos escreverem d'Ele na Bíblia, Bartimeu, pelo menos até ser curado, também só pôde conhecer Jesus Cristo através do que ouviu de outras pessoas comentando sobre Ele. Contudo, mesmo sem ver a Jesus Cristo, Bartimeu teve fé que Ele podia curá-lo de sua cegueira. Uma fé que o levou o clamar de forma incessante pela atenção de Cristo. O cego não se importou com a vontade de outras pessoas, que pediam a ele que se calasse, mas continuou a clamar cada vez mais alto pela misericórdia de Jesus Cristo em sua vida. Vemos então a história de um homem que não se importou com as circunstâncias adversas e permaneceu clamando. Vendo isso, o próprio Jesus Cristo o chamou para perto de Si e o curou. E desse milagre diversas lições podem ser tiradas.

A primeira é a de que, na nossa vida cristã, precisamos aprender a ouvir, pois quase sempre não veremos a manifestação de Deus em nossas vidas da forma que queremos. E é essa a grande dificuldade das pessoas: discernir a Voz da Verdade em seus corações. Muitos pensam que Deus só fala conosco de forma específica, direcionada, visível, como em visões ou em profecias certeiras. Muitos oram para que Deus fale com eles através de sonhos, imagens claras. Ora, quão fácil seria se Deus mostrasse Sua Vontade para nós de forma clara, nos orientando claramente antes de tomarmos nossas decisões! Mas nem sempre, ou quase nunca, Ele age assim. Pelo contrário, ele exige que nós tenhamos ouvidos atentos a Ele antes de ver. Quem de nós nunca ouviu uma pregação ou leu uma palavra na Bíblia que caiu como uma luva a um determinado tipo de problema que estamos passando. Um exemplo disso: uma pessoa está com problemas, discordando de sua liderança, e em seguida ouve uma pregação sobre refrear a língua (Tiago 1:26) ou respeitar a autoridade pastoral constituída por Deus (Romanos 13:2; Hebreus 13:17). Mas ainda assim, a maioria das pessoas, apesar de tocadas no momento da palavra, acaba no final pensando que aquilo se tratou apenas de uma simples coincidência, ou que Deus não falou claramente a ele de forma individual. Fruto da dificuldade que o ser humano tem de ser confrontado e aceitar uma palavra de exortação sobre sua vida.

E aí entra uma segunda lição que Bartimeu nos dá: a de que a nossa fé vem pelo ouvir a palavra, mas a fé é provada pela obediência. Repare que Jesus requereu uma atitude por parte de Bartimeu antes de curá-lo. Ele chamou Bartimeu para vir até Ele primeiro. Jesus tinha poder para curar aquele homem à distância ou poderia se aproximar d'Ele. Mas não fez isso. Pelo contrário, cobrou uma atitude daquele cego, e ele teve que obedecer a determinação de Jesus antes de ver a cura sobre seus olhos. Ele já havia mostrado sua fé, ao chamar Cristo de Filho de Davi e clamar por Ele. Mas teve que dar um passo a mais de fé. Precisou se levantar do chão, da posição cômoda, passar no meio daquelas mesmas pessoas que outrora o resistiram, mandando ele se calar. Teve que passar no meio aqueles homens para chegar a Cristo. E na sua vida provavelmente não será diferente. Para que você veja algo de Deus na sua vida, Ele certamente vai exigir uma atitude da sua parte que mostre o nível de fé que você tem. Vai ser preciso que você clame a Ele, mas que não só clame, mas O obedeça. Só veremos a manifestação de Deus em nossas vidas na medida em que obedecemos a Suas determinações para nossas vidas. Mas as pessoas preferem tentar queimar etapas e acabam se frustrando ou até mesmo abandonando a fé antes de ver o cumprimento da vontade de Deus em suas vidas. As pessoas erram por achar que podem receber de Deus todas as bênçãos da mesma forma que receberam a salvação: pela graça, sem esforço ou sacrifício. As pessoas não estão dispostas a pagar o preço da obediência.

A fé vem pelo ouvir, mas se desenvolve através da obediência. Uma fé madura implica num coração disposto a obedecer a Deus. Até porque hoje em dia não é difícil ter "fé". Vemos tantas "igrejas", com dons, sinais, maravilhas. Basta ligar a televisão e veremos que existem programas com pastores que passam o tempo todo exibindo milagres na vida das pessoas. Mas é através da obediência é que provamos acreditar totalmente em Deus. A obediência é a atitude de fé necessária para vermos o melhor de Deus em nossas vidas, pois ela é uma prova que Deus tem que pode confiar em nós. A obediência é também uma prova de intimidade com Ele. O próprio Cristo disse que amigos d'Ele são somente aqueles que obedecem à Sua Vontade (João 15:14).

Exemplos na nossa vida prática são inúmeros. Muitos querem receber bênçãos na área financeira, mas não obedecem ao que Deus diz sobre plantar a semente de sua renda na igreja (2 Coríntios 9:6). Outros querem ter uma vida frutífera na igreja, mas não obedecem à vontade de Deus e teimam em não abdicar de seus caminhos escusos (1 João 1:6). Tudo isso são coisas que não são possíveis, pois Deus não é incoerente com Sua Palavra. Mesmo no Velho Testamento vemos exemplos de verdadeiros testes de Deus com seus filhos. Moisés foi um exemplo. Ele falava com Deus, tinha um relacionamento direto com Ele, foi obediente a Deus, enfrentando o faraó e tirando o povo d'Ele do Egito, mas só depois de sua ressurreição poderá ver a Terra Prometida.

É claro que para a maioria de nós a espera pela manifestação dos sinais de Deus será menor. Mas essa manifestação não virá sem que antes sejamos provados e aprovados em nossa fé e no nível de obediência que teremos naquilo que ouvimos de Deus. Não é difícil ter revelação daquilo que Deus quer de nós. Difícil sim é ter um coração disposto a obedecer naquilo que Ele irá requerer de nós. A vida cristã é feita de provas. Provas que avaliam nossa fé e disposição em obedecer. Poucos são aqueles que têm como prioridade em suas vidas a obediência incondicional a Deus. Muitos se agarram a coisas ou relacionamentos terrenos. Em si dizem: "Deus pode me pedir qualquer coisa, menos isso...". E às vezes é exatamente aquilo que mais guardamos é o que Deus irá nos pedir, para provar se estamos ou não dispostos a largar tudo o que temos para ver Sua glória se manifestar em nós. Assim, somente aqueles que agradam a Deus ao ouvirem e obedecerem, serão aprovados e estarão prontos para contemplar com seus olhos a operação do poder de Deus em suas vidas, assim como Bartimeu pode ver.

"Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?" (Romanos 6:16)

"Mas, como fomos aprovados de Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações." (1Tessalonicenses 2:4)

Nilson Júnior

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****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** O quebrantamento e a obra de Deus [164/09) (10/08/2009) (ano 5)

quinta-feira, 10 de agosto de 2000 comente
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O quebrantamento e a obra de Deus

Depois de que o homem exterior tenha sido quebrantado, como alguém se achega a Palavra de Deus? Como alguém pode ministrar a Palavra e pregar o evangelho? Examinemos agora às respostas a essas perguntas.

O estudo da Palavra

Aqui existe um princípio inegável ao estudar a Palavra de Deus: a classe de pessoa que alguém é, determina o entendimento bíblico que tem. Muitos interpretam a Palavra dependendo de sua mente, a qual é confusa, rebelde e aparentemente ágil, portanto não entendem o espírito da Palavra. O que obtém dela é produto de sua mente. Se quisermos nos achegar ao Senhor quando estudamos a Bíblia, nossa mente rebelde e cheia de opiniões deve ser quebrantada. Talvez creiamos que temos uma mente privilegiada, mas isso ao invés de ajudar será um grande obstáculo para Deus. Não importa o quanto inteligentes sejamos, nunca poderemos conhecer os pensamentos de Deus com a nossa mente natural.

Ao estudar a Bíblia devemos cumprir pelo menos dois requisitos: Primeiro,: nossos pensamentos devem compenetrar-se com os pensamentos da Bíblia; Segundo, nosso espírito deve se compenetrar com o espírito da Bíblia. Devemos nos identificar com a linha de pensamento que tiveram seus escritores, homens como Paulo e João, entrar em seus pensamentos e desenvolver a linha de pensamentos que eles iniciaram. Devemos fazer nossos os pensamentos que a eles inspiraram, seguir seus raciocínios e nos determos nos mesmos ensinos que eles. Nossos pensamentos devem acoplar-se aos deles como se fossem dois pinhões que se engrenam perfeitamente. Nossos pensamentos devem penetrar nos pensamentos de Paulo e de João. Quando a nossa mente se compenetra com o pensamento bíblico e se faz um com a inspiração divina podemos entender o que a Bíblia revela.

Muitas pessoas lêem a Bíblia valendo-se exclusivamente de sua mente. Procuram obter nela idéias e material que apóie suas doutrinas preconcebidas. Quando uma pessoa experimentada escuta a alguém compartilhar de uma porção bíblica, poderá discernir se o seu ensino provém de sua mente ou se em realidade é o pensamento genuíno da Bíblia. Existe uma grande diferença entre essas duas classes de pregação. De fato pertencem a dois mundos diferentes. O pregador pode ser muito apegado a Bíblia, e suas mensagens muito atraentes, mas seus pensamentos são contrários ao pensamento da Bíblia e são incompatíveis com ela. Contudo existe uma maneira correta de compartilhar a Palavra, mas muito poucos a praticam. Para que nossos pensamentos sejam um com os da Palavra, nosso homem exterior deve ter sido quebrantado. Se esse não é o caso, nem sequer poderemos ler as Escrituras. Não devemos pensar que nosso estudo da Bíblia é escasso, devido a que não contamos com uma pessoa que nos possa ensinar. Devemos reconhecer que o problema esta em nós mesmos, pois nossos pensamentos não têm sido subjugados por Deus. Assim que somos quebrantados, nossas atividades e conceitos cessam, começamos a ter o pensamento do Senhor de maneira gradual e assim seguimos na linha de pensamento que inspirou aos escritores bíblicos, até chegar a pensar como eles. Para obtermos o pensamento da Bíblia é indispensável que nosso homem exterior seja quebrantado e deixe assim de ser um obstáculo para Deus.

Ao estudar a Bíblia nossos pensamentos devem compenetrar-se com o dos escritores bíblicos e com o do espírito santo de Deus, mas este é só o primeiro passo. Se não dermos esse passo não poderemos estudar a Bíblia, mas mesmo depois de se dar esse passo, alguém pode ainda ler a Bíblia de forma incorreta. A Bíblia e formada de pensamentos e ensinos, mas seu aspecto mais importante é que o espírito santo é liberado através dela. Essa foi a experiência que tiveram Pedro, João, Mateus, Marcos e os demais escritores. Enquanto esses homens escreviam sob a inspiração do espírito santo, seguiam um delineamento específico; contudo, seus espíritos estavam em concordância à inspiração que recebiam do espírito santo. O mundo não pode entender que o espírito está por detrás da Escritura. Quando o espírito é liberado é como se os profetas estivessem vivos e se dirigissem a nos mais uma vez. Se os escutamos hoje, percebemos que o que dizem não são apenas palavras e idéias, mas algo mais, algo misterioso e inexplicável, que sabemos, no mais profundo de nosso ser, que é o espírito. Assim que a Bíblia é muito mais que palavras. É liberação do espírito. Portanto, o requisito mais básico e crucial para estudar a Bíblia é a liberação de nosso espírito para unir-se ao espírito que nela está. Somente assim poderemos entender realmente a palavra de Deus.

Suponhamos que uma criança travessa quebre um vidro da casa de um vizinho. O dono da casa sai e o repreende duramente. Quando a mãe da criança fica sabendo da travessura, também ela o admoesta. Mesmo que ambos o tenham repreendido a uma grande diferença entre a admoestação da mãe e a do vizinho. O dono da casa o repreende asperamente com espírito de ira, enquanto que a mãe o faz com amor, esperando instruir e educar a seu filho. Os espíritos de ambos são completamente diferentes. Apesar desse ser um exemplo simples nos trás luz para entendermos este princípio. O espírito que inspirou a Bíblia é muito maior que o espírito desse exemplo. Ele é o espírito Eterno e o mesmo que permanece em nós, ele é o espírito de nosso Deus e Pai. A Palavra de Deus está impregnada desse espírito. Quando nosso homem exterior tiver sido quebrantado e o nosso espírito for liberado, não somente nossos pensamentos serão um com o pensamento da Palavra mas também todo o nosso ser será tocado pelo espírito da Bíblia. Porém, se não liberarmos nosso espírito e permanecermos separados do espírito dos autores da Bíblia nunca entenderemos cabalmente a Palavra de Deus, e esta será só letra morta em nossas mãos. Portanto devemos lembrar mais uma vez da importância de que o nosso homem exterior seja quebrantado, pois somente assim nossos pensamentos serão frutíferos, nosso espírito será liberado e não restringiremos a Deus e nem seremos obstáculo para Ele. E nem enquanto estudamos a Bíblia, O estorvaremos, ou O limitaremos.

O ministério da palavra

Por um lado, Deus deseja que entendamos a Sua Palavra, pois isso é básico para a Sua obra, Ele intenta depositar Suas palavras em nosso espírito, para que estas sejam a carga que ministramos à igreja. Em Atos 6: 4, lemos: "Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra". Ministrar equivale a servir, isso significa que o ministério da Palavra de Deus é um serviço que se dá aos homens.

É necessário que o frasco de alabastro seja quebrado

A Bíblia fala do ungüento de nardo puro (João 12: 3). A Palavra de Deus usa intencionalmente o adjetivo puro. Este é um ungüento de nardo puro, algo verdadeiramente espiritual. No entanto, a menos que o frasco de alabastro fosse quebrado o ungüento de nardo puro não poderia ser liberado. È interessante que muita gente valorize mais o frasco de alabastro do que o ungüento. Da mesma maneira muitos pensam que seu homem exterior é mais valioso que seu homem interior. Este é um problema que enfrenta a igreja na atualidade. È possível que valorizemos demasiadamente nossa sabedoria e pensemos que somos superiores. Outros podem superestimar suas emoções e crer que são pessoas excepcionais. Muitos outros valorizam exageradamente a si mesmos e crêem que são melhores que demais.  Pensam que sua eloqüência, sua capacidade, seu discernimento e juízo, são melhores que os dos demais. Mas, devemos saber que não somos colecionadores de antiguidades, nem admiradores de frascos de alabastro, mas sim, que buscamos o aroma de seu ungüento. Se a parte exterior não se quebra, o conteúdo não pode sair. Nem nós e nem a igreja podem seguir adiante. Não devemos seguir protegendo tanto a nós mesmos. O espírito nunca deixou de operar nos crentes. Muitos podem dar testemunho da maneira em que a obra de Deus nunca se deteve de operar neles. Eles enfrentam uma prova atrás de outra, um incidente após outro. O espírito santo tem uma só meta em toda a sua obra de disciplina – quebrantar e desfazer o homem exterior, para que o homem interior encontre saída. Mas o nosso problema é que tão logo enfrentamos uma pequena dificuldade, murmuramos, e quando sofremos alguma pequena derrota nos queixamos. O Senhor tem preparado um caminho para nós e está disposto a nos usar. Mas tão logo como Sua mão nos toca nos sentimos tristes. Arrumamos desculpas para dar a Ele e nos queixamos diante dEle por tudo. Desde o dia em que fomos resgatados, o Senhor tem estado trabalhando em nós de muitas formas, com o propósito de quebrantar nosso eu. Saibamos ou não, a meta do Senhor é sempre a mesma, quebrantar nosso homem exterior.

W. Nee
Tradução: Presb. Sérgio da igreja de Deus em São Paulo

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****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** O que é o pecado?

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****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** Edição de domingo [09/08/2009] [ano 5]

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Allan Kardec — pioneiro do espiritismo

Concordamos que cada pessoa é livre para escolher sua religião. Ao mesmo tempo, sentimo-nos na obrigação de trazer à atenção os avisos da Bíblia sobre práticas religiosas perigosas. Os que acreditam na comunicação com os mortos, segundo mostra a Bíblia, tornam-se vulneráveis a influência subtil e enganosa de espíritos iníquos que fingem ser pessoas que já viveram e que estão agora mortas, e, assim sendo, são impotentes para fazer qualquer coisa. (Veja Eclesiastes 9:5, 6, 10 e Isaías 8:19, 20.) Por este motivo, a Bíblia, em Levítico 19:31 e Deuteronômio 18:10-12, avisa contra práticas espíritas de qualquer espécie. Quanto a ser a pessoa, aparentemente, estimulada pelo espiritismo a transformar vícios em virtudes, a Bíblia, em 2 Coríntios 11:14, 15, afirma que "o próprio Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz. Portanto, não é grande coisa se os ministros dele também persistem em transformar-se em ministros da justiça". Conforme expresso em 2 Timóteo 3:16, 17, o homem de Deus deve recorrer à Bíblia, e não aos espíritos, como a verdadeira e fidedigna fonte de orientação a respeito da vontade de Deus!

"SOU kardecista." Vez após vez, ouvem-se essas palavras, ao se dar testemunho da Palavra. Muitos dizem, de modo amigável: "Leio o Evangelho Segundo o Espiritismo. O senhor sabe — Allan Kardec!" Quase sempre, segue-se uma palestra cordial e animada.

Mas quem é Allan Kardec? A maioria das enciclopédias de língua inglesa não têm nenhum verbete com esse nome, todavia, para incontáveis centenas de milhares, ele é um dos pioneiros e o codificador do espiritismo em sua forma moderna. Seus escritos são aceitos como expressão de poderes sobrenaturais — especialmente no Brasil, onde seus livros gozam de ampla distribuição.

A Grande Enciclopédia Delta Larousse e a Enciclopédia Mirador Internacional, duas bem conhecidas enciclopédias na língua portuguesa, contam-nos que Allan Kardec é o pseudônimo do escritor francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, que viveu de 1804 a 1869. Nascido em Lyon, foi mandado aos dez anos para ser educado na Suíça, onde se tornou discípulo do reformador educacional Pestalozzi. O ano de 1824 o encontrou em Paris, onde se dedicou às atividades de ensino e, com o tempo, tornou-se membro da Real Academia de Ciências Naturais, da França.

No ano de 1854, Rivail presenciou pela primeira vez um passatempo popular de meados do século 19: as tentativas de comunicar-se com espíritos desencarnados. No ano seguinte, testemunhou o fenômeno das mesas girantes e falantes, e da escrita mediúnica. Ficou convencido da existência do domínio espiritual, habitado pelas almas imortais dos mortos humanos, e da possibilidade de comunicar-se com elas. Invisíveis forças espirituais não perderam tempo em utilizá-lo como seu instrumento.

Seu "Espírito protetor" o informou de que, numa existência prévia, no tempo dos druidas, ele tinha vivido nas Gálias e que se chamava então Allan Kardec. Ademais, os espíritos anunciaram, por meio de médiuns, que "os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal estão chegados e que, sendo os ministros de Deus e os agentes da sua vontade, cabe-lhes a missão de instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade".

Profundamente impressionado com tudo isso, Rivail empenhou-se em ordenar ampla gama de escritos mediúnicos que lhe foram fornecidos por amigos espíritas. Começou a assistir regularmente a sessões espíritas, sempre preparado com uma série de questões que eram respondidas através dos médiuns "com precisão, profundeza e de modo lógico". Todo esse material, devidamente "revisado" pelo "Espírito da Verdade", que atuava através duma médium, foi publicado em 1857 em seu primeiro livro O Livro dos Espíritos, sob o pseudônimo de Allan Kardec.

Desde o início, Rivail deixou claro "que os Espíritos, não sendo senão as almas dos homens, não tinham nem a soberana sabedoria, nem a soberana ciência; que o seu saber era limitado ao grau de seu adiantamento, e que a sua opinião não tinha senão o valor de uma opinião pessoal". Em todos os seus escritos mediúnicos, ele menciona espíritos superiores e inferiores, espíritos bons e maus, espíritos vulgares e espíritos embusteiros. Estes se apresentam aos médiuns com nomes bem conhecidos, como o de Sócrates, Júlio César, Agostinho, Carlos Magno, George Washington, Mozart e Napoleão. Em seu livro O Que É o Espiritismo, Rivail também admite que alguns espíritos são "mentirosos, fraudulentos, hipócritas, maus e vingativos", e capazes de usar uma linguagem grosseira.

Por que, então, devem os homens incomodar-se de estudar o espiritismo? Rivail respondeu: "Para provar materialmente a existência do mundo espiritual." Mas isto dificilmente era necessário. Milhares de anos antes de Rivail, os que criam na Bíblia estavam cônscios da existência de tal domínio espiritual.

O Deus que os cristãos adoram é o Espírito Supremo. O próprio Jesus disse: "Deus é Espírito, e os que o adoram têm de adorá-lo com espírito e verdade." (João 4:24) Os cristãos que servem a este Deus de todo o coração sentem a sua influência na sua vida, e não têm dúvida alguma de Sua existência. Os cristãos também estão cônscios da existência de outros espíritos — Jesus Cristo e seus santos anjos, anjos que fazem a vontade de Deus.

De acordo com os editores da edição portuguesa do livro de Rivail, "o papel desempenhado pelo `O Livro dos Espíritos', é de ajudar as demais religiões a consolidar a crença na imortalidade da alma".

Mas é impossível que tal afirmação seja correta. A Bíblia declara que a alma humana não é imortal. "Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada." (Eclesiastes 9:5) A Bíblia também contém o forte aviso: "…a alma que pecar, essa morrerá.." — Ezequiel 18:4.

Quem, então, eram os espíritos contatados por Rivail? Só existe uma resposta possível: Tais espíritos pertencem a outra parte do domínio espiritual — os demônios. É assim que o discípulo Judas descreve os demônios: "Os anjos que não conservaram a sua posição original, mas abandonaram a sua própria moradia correta." (Judas 6) Sim, são anjos que se rebelaram contra Deus.

Por conseguinte, na Lei que Deus forneceu a Israel, ele proibiu estritamente aos israelitas de ter quaisquer contatos com médiuns, tais como os que Rivail manteve. (Levítico 19:31).

Os espíritas abandonaram Deus e a Sua Palavra, para seguir um homem que prega outro evangelho e que faz o que é contra os mandamentos de Deus. "Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema". [Gálatas 1: 6-9]

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