****BOLETIM CAMINHO DE LUZ*** [213/09) (12/10/2009) (ano 5) O CASTIGO DA IDOLATRIA

quinta-feira, 12 de outubro de 2000 comente
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O CASTIGO DA IDOLATRIA
(O terremoto de Lisboa em 1755)

Perante o recrudescimento do número e violência dos terremotos que têm ocorrido um pouco por todo o mundo nestes últimos anos e, tendo em mente, as profecias dos dias do fim e as palavras de Jesus acerca desses tempos difíceis em que inúmeros castigos serão derramados sobre uma humanidade impenitente, não podemos deixar de nos lembrar do grande terremoto que devastou a cidade de Lisboa nos idos de 1755.

Este pequeno trabalho procura realçar alguns relatos da época e do que está na origem deste castigo de Deus.

Como sabem todos os que crêem na Palavra de Deus, o povo de Israel (e não só) tem sofrido inúmeros castigos de Deus através dos tempos, precisamente porque não tem dado ouvidos a Deus e aos Seus profetas. De entre as muitas desobediências, se existe algum pecado que maior peso tem para Deus, esse pecado é, sem dúvida, o da idolatria – Jeremias 3:8-9.

Idolatria não é mais do que procurar uma falsa solução para os problemas do homem nos ídolos criados pela sua própria imaginação, à revelia do mandamento de Deus que instrui o homem para que não faça imagens de pau ou de pedra e não se prostre perante elas, servindo-as. Estas imagens são normalmente expressas através de objetos feitos pela mão do homem e aos quais é prestado culto, tomando assim o lugar que só a Deus pertence. E esse lugar é particularmente o coração do homem; diz a Palavra de Deus que é daí que provém toda a espécie de males – Mateus 15:19.

Lembremos as palavras de Deus em Isaías 45:20 – "Congregai-vos, e vinde; chegai-vos juntos, os que escapastes das nações; nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar". Nem perante estas palavras o homem aprendeu alguma coisa, pois continua, século após século, a pecar contra Deus desta maneira.

E a idolatria não assenta somente em objetos de culto (o que já de si é irracional), mas sim em tudo o que o homem põe a sua confiança, isto é, o seu coração, desde que não seja no próprio Deus. Damos como exemplo o dinheiro.

Muitos homens põem a sua confiança nas riquezas materiais que possuem. Materialmente podem ser ricos, mas espiritualmente estão mortos. As Escrituras também se referem à avareza como idolatria – Colossenses 3:5.

São inúmeras as passagens bíblicas que poderíamos listar sobre as recomendações de YHWH acerca dos ídolos e sobre os castigos que advêm ao homem por não atenderem à Sua voz. Lembremos particularmente os dois primeiros Mandamentos da Lei de Deus que estão em Êxodo 20:3-6:"Não terás outros deuses diante de mim". "Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, YHWH teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos".

Porém, andando em trevas, o homem contraria a vontade de Deus, tanto neste como em muitos outros aspectos.

Dizem as Escrituras que, nos tempos do fim, quando vier o grande castigo de Deus sobre a humanidade, em que Ele há de derramar a Sua ira sobre a humanidade (através de pragas como foi no Egito), nos dias que hão de preceder a chegada do Grande Rei e Salvador, Nosso Senhor Jesus, O Cristo, a humanidade há de blasfemar do Nome de Deus mas não se há de arrepender dos seus pecados: "e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória" – Apocalipse 16:9 e 11.

Ora a blasfêmia é própria dos que sempre se opuseram a Deus.

Infelizmente a idolatria tem dominado o coração e o entendimento do homem desde tempos imemoráveis, embrutecendo-o. O coração do homem está embrutecido, pelo que não recorre ao Seu Deus, ao seu Criador. Antes recorre às imagens de escultura que não são de nenhum préstimo – Jeremias 10:3-10, 14-15; Isaías 42:17.

E tudo isto se passa igualmente hoje sob a capa de um cristianismo falso, apóstata.

Se olharmos para o panorama dos nossos dias, o que vemos senão um recrudescimento de práticas contrárias às leis de Deus, tais como:

- feitiçaria, e toda a forma de adivinhação, de magia, etc;

- missas por alma dos falecidos;

- culto aos mortos e espiritismo;

- idolatria, centrada em cultos a toda a espécie de imagens (celebrações, romarias, andores, pagamento de promessas, em toda a parte).

Por tudo isto a humanidade já está a pagar e vai pagar ainda um alto preço. Todas estas práticas satânicas têm o propósito de afastar o homem do seu Deus. João 4:23-24 ensina-nos: "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade". Vemos assim que a Verdade nada tem a ver com as obras das trevas e as práticas herdadas do paganismo idólatra.

Para além dos inúmeros castigos que vieram sobre Israel, como dissemos, por se terem prostituído com outros deuses, olhemos agora para o que foi o terremoto de Lisboa no ano de 1755. Como não podemos encarar este grande cataclismo como um castigo de Deus? A História de Portugal fala-nos dele com algum detalhe.

Corria o ano de 1755 e o povo de Lisboa era (e é) idólatra! Era o 1º de Novembro, dia consagrado pelo paganismo romano a Todos os Santos.

Reproduzirei abaixo alguns excertos da narrativa do historiador Oliveira Martins na sua História de Portugal – Vol. I – O Terremoto:

- "O mundo católico estarreceu-se porque a capital do Reino de Portugal era uma das cidades mais beatas que se conhecia. Não havia lisboeta que não deixasse encomendado junto à sua paróquia, para depois da sua morte, uma infinidade de missas e solicitações de velas acesas para a sua alma, para que descansasse em paz. Todas, missas e velas, quase sempre pagas antecipadamente. Porém nada disso adiantou e Lisboa foi punida como Sodoma o fora nos tempos bíblicos".

- "Na manhã do 1º de Novembro a cidade estremeceu, abalada profundamente, e começou a desabar. Eram nove horas, dia de Todos os Santos. Nas suas casas ardiam as velas dos oratórios, e as igrejas regurgitavam povo a ouvir missas. Toda a gente, numa onda, correu às praias; mas, rolando em massas, estancou perante a onda que vinha do rio, galgando a inundar as ruas, invadindo as casas. Por sobre este encontro ruidoso, uma nuvem de pó que toldava os ares e escurecia o sol, pairava, formada já pelos detritos das construções e das mobílias, que o abalo interno da terra vasculhava, e os desabamentos enviavam, em estilhas, para o ar".

- "A onda do povo aflito, retrocedendo, a fugir do mar, tropeçava nas ruínas; e as quedas, e a metralha dos muros que tombavam, abriam na floresta viva, aditada pelo vento da desgraça, clareiras de morte, montões de cadáveres e poças de sangue, dos membros decepados, com manchas brancas de cérebros derramados contra as esquinas. E as casas erguiam-se com as paredes desabadas, os tetos abertos sobre os esqueletos dos tabiques, mostrando a nu todos os interiores funestos, neste dia em que, para muitos, Deus julgara e condenara Lisboa, como outrora fizera com Sodoma".

- "Por isso rouco trovão dos desabamentos se ouvia cortado pelos ais dos moribundos, e pelos gritos dos homens e das mulheres, abraçados às cruzes, aos santos, às relíquias, soluçando ladainhas, ungindo moribundos, parando esgazeados a cada novo abalo da terra que não cessava de tremer, arrastando-se pelo chão, de joelhos, com as mãos postas, a face em lágrimas, a clamar: Misericórdia! Misericórdia!".

- "Casas, palácios, conventos, mosteiros, hospitais, igrejas, campanários, teatros, fortalezas, pórticos, tudo, tudo caía. 'Se visses somente o palácio real, diz uma testemunha, que singular espetáculo meu irmão!' Os varões de ferro, retorcidos como vimes, as cantarias estaladas como vidros. A onda do rio sorvia num momento o cais do Terreiro do Paço, com os barcos atracados coalhados de gente. Dos andares altos precipitavam-se sobre as lajes das ruas. O medo crescia, vinha loucura: viam-se mortos arrastados pelos vivos, viam-se mutilados coxeando, gente correndo desgrenhada, seminua, homens e mulheres, velhos e crianças, dilacerados, sangrentos, arrastando uma perna fraturada, esvaindo-se em sangue por algum membro decepado. Gritos, choros, clamores, imprecações, ais, preces, um burburinho de vozes desvairadas acompanhava os gemidos comprimidos dos soterrados nos escombros".

- "E a massa de gente viva, moribunda e morta, de envolta com os entulhos, rolavam nas ruas ladeadas pelos esqueletos das casas dando uma imagem desolada do que seria o caos. Quando a terra se subvertia, quando o mar vinha subindo, a afogar a terra, quando no ar faiscavam as línguas flamíferas rutilantes, que lembrança poderia haver das invenções humanas? Abraçados, confundidos, na comunidade do pranto, fidalgas e freiras, meretrizes e mães, mendigos e senhores, vilões e cavalheiros, abraçavam-se na comunidade da fome, do frio, da nudez, do terror. De rastos a cidade inteira, sacudida pelo abalo formidável, reunia toda a sua eloqüência numa palavra única - Misericórdia! Misericórdia!"

- "Mas vinha o clarão das chamas com a sua luz sinistra; vinha a labareda fustigar com lume a pobre gente seminua, tiritando sob o açoite de um nordeste frígido. Gelava-se a ardia-se a um tempo; sufocava-se em fumo e pó. E as labaredas cresciam, e o incêndio lavrava, e aos gritos desvairados dos infelizes juntava-se o crepitar das madeiras, o estalar das cantarias, a cascalha dos espelhos, dos cristais e dos charões, que o fogo devorava. A densa nuvem de pó que escurecia tudo, iluminava-se com os clarões vermelhos que rebentavam por toda a parte, porque Lisboa inteira derrocada era um braseiro. As línguas orgulhosas das chamas subiam emproadas para o céu, juntando às preces lacrimosas de habitantes como um protesto satânico dos elementos".

- "Outros protestos, mais positivos e igualmente horríveis, atroavam agora os ares: os escravos vingavam-se da sua escravidão, os mendigos da sua pobreza, os maus da sua maldade. O assassinato, o estupro, o roubo, como numa terra posta ao saque, rolavam de envolta com as ruínas e o fogo; e por entre os destroços ainda apagados viam-se os perfis negros dos escravos, rindo infernalmente, com os olhos injetados, os dentes brancos, a atirar tições ardentes para cima das ruínas, aumentando o incêndio, aclamando a chama vingadora... Misericórdia! Misericórdia!"

Ainda hoje podemos ver alguns edifícios semidesmoronados em Lisboa que são os resquícios deste grande castigo. Temos o exemplo do Convento do Carmo em Lisboa, em que uma parte desse convento não foi reconstruída, para que ficasse por memorial da destruição daquele dia.

Vale a pena ler a História e tirar daí ensinamentos. Calcula-se que tenham perecido neste cataclismo entre 10.000 a 15.000 pessoas. Se isto foi assim em Lisboa em 1755, como será nos tempos da grande ira de Deus? Lembremos alguns excertos da profecia:

Apocalipse 16:18: "um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão grande terremoto".

Lucas 21:25-26: "E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas".

Podíamos continuar com mais avisos. Deus sempre fez saber à humanidade as coisas que estão para acontecer. Que é necessário então? Que o homem se arrependa dos seus pecados e entregue a sua vida ao Salvador Jesus Cristo, andando em obediência em todos os seus preceitos.

Vítor Quinta

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