{ Evangeliza=?ISO-8859-1?Q?=E7=E3?=o Pessoal } F E L I Z M E I O A N O N O V O !!!!

terça-feira, 30 de junho de 2009 comente


 
 
 
 

 

Feliz

"Meio Ano"

 Novo!!!

 

Que alegria! Todos em festa! Ceias à mesa, famílias reunidas, igrejas em vigília, é tempo de alegria, de esperanças, de desafios! Tudo enfeitado, papéis coloridos, comidas gostosas, sonhos acalentados, .... Mas, espere um pouco! Do que estou falando? Ainda estamos em JULHO!!! O ano novo só virá daqui há seis meses! Não tem ninguém reunido, vigílias, ceias, viagens, presentes, festas, ninguém comemora meio ano novo!
 
 
 
Acho que me empolguei antes da hora. Ainda estamos em 2009. Mas, se pensarmos bem, hoje é também um dia importante, porque estamos iniciando a ÚLTIMA METADE DE 2009! Ora, vejam só!
 
As metas do início do ano? A maioria das pessoas já as arquivou. Os regimes alimentares? Já ficaram para "segunda-feira". O dinheiro que seria poupado? Já foi gasto naquele financiamento do som, ou na troca da mobília, ou no carro novo. A vida atlética? Só na televisão, e olhe lá! A nova diretoria da igreja, da união de mocidade, do evangelismo? Já entrou na mesma rotina da anterior.
 
Nós somos assim. Cheios de fogo! Mas fogo de palha. E, depois, o que sobra, são alguns gravetos acesos. Foram 180 dias que passaram. Ou melhor, voaram. Ou melhor, nós passamos por eles! Mas isso pode mudar. Podemos celebrar o celebrável e começar uma nova história em nossa história!
 
Eu proponho que façamos do dia de hoje um dia de festa! Diz a bíblia: "Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele." (Sl 118:24). Sim! Ter chegado até aqui foi uma dádiva do Altíssimo! As Escrituras também afirmam: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." (1Ts 5:18) Temos grandes motivos para festejar! Desde o corpo com o qual fomos criados, até os recursos essenciais que recebemos (teto, alimento, trabalho, água, ar, família, amigos, companhia).
 
Podemos agradecer a Deus a bênção de sermos conhecedores de Sua Palavra, pois, infelizmente, "a fé não é de todos." (2Ts 3:2). O fato de estarmos em Cristo é a maior de todas as dádivas, e, como Paulo diz, inspirado pelo Espírito Santo, "isto não vem de vós, mas é dom de Deus" (Ef 2:8). Recebemos a graça de crer, e, através dessa fé, temos acesso a esse Deus maravilhoso, que tanto nos amou, que deu o Seu próprio Filho Unigênito, para ser o nosso Salvador! (cf. Jo 3.16).
 
Devemos louvá-lo também porque Ele pode nos dar um resto de agenda em branco, para escrevermos uma nova história daqui para frente! Não importa se os meses de janeiro a junho foram parcialmente perdidos; não importa se gastamos as nossas energias com coisas que não satisfizeram; não importa o grau de comprometimento do ano. Podemos ter chorado, ter lamentado, ter perdido, ter parado. Mas, para Deus, nada é perdido, nada é à toa. Diz-nos o livro de Romanos: "sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."(Rm 8:28).
 
Ele, e somente Ele, pode mudar o nosso destino e virar a nossa história! Foram pecados? Deus diz: "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2Cr 7:14). Foram más escolhas? A bíblia diz: "... te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência" (Dt 30:19). Foram fracassos? Lembre-se: "Deus farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia."  (Sl 103:5) Foram desamores? Não se esqueça: "Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te susterá; não permitirá jamais que o justo seja abalado." (Sl 55:22)
 
E, naqueles projetos e coisas que estão dando certo, estão glorificando a Deus e estão trazendo o progresso pessoal, familiar, comunitário ou humanitário, agora, como nunca antes, é hora de perseverar, de investir, de arriscar e vencer! "E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda." (Is 30:21). É hora de continuar, é tempo de ir até o fim. E, com a graça do Senhor, teremos todas as condições para concluir com êxito os nossos projetos!
 
Por isso, se alguém passar por você agora, aí no trabalho, ao lado de sua mesa, ou lá na sala onde se toma cafezinho, ou mesmo na hora de ir para casa, não se encabule, e diga com coragem e alegria:
 

Feliz

"Meio Ano"

 Novo!!!

 

 
Wagner Antonio de Araújo
Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP
 
 
 

Música Circunstancial: FIM DE ANO, 1951, Francisco Alves

 

                                                                                      


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Acho que me empolguei antes da hora. Ainda estamos em 2009. Mas, se pensarmos bem, hoje é também um dia importante, porque estamos iniciando a ÚLTIMA METADE DE 2009! Ora, vejam só!
 
As metas do início do ano? A maioria das pessoas já as arquivou. Os regimes alimentares? Já ficaram para "segunda-feira". O dinheiro que seria poupado? Já foi gasto naquele financiamento do som, ou na troca da mobília, ou no carro novo. A vida atlética? Só na televisão, e olhe lá! A nova diretoria da igreja, da união de mocidade, do evangelismo? Já entrou na mesma rotina da anterior.
 
Nós somos assim. Cheios de fogo! Mas fogo de palha. E, depois, o que sobra, são alguns gravetos acesos. Foram 180 dias que passaram. Ou melhor, voaram. Ou melhor, nós passamos por eles! Mas isso pode mudar. Podemos celebrar o celebrável e começar uma nova história em nossa história!
 
Eu proponho que façamos do dia de hoje um dia de festa! Diz a bíblia: "Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele." (Sl 118:24). Sim! Ter chegado até aqui foi uma dádiva do Altíssimo! As Escrituras também afirmam: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." (1Ts 5:18) Temos grandes motivos para festejar! Desde o corpo com o qual fomos criados, até os recursos essenciais que recebemos (teto, alimento, trabalho, água, ar, família, amigos, companhia).
 
Podemos agradecer a Deus a bênção de sermos conhecedores de Sua Palavra, pois, infelizmente, "a fé não é de todos." (2Ts 3:2). O fato de estarmos em Cristo é a maior de todas as dádivas, e, como Paulo diz, inspirado pelo Espírito Santo, "isto não vem de vós, mas é dom de Deus" (Ef 2:8). Recebemos a graça de crer, e, através dessa fé, temos acesso a esse Deus maravilhoso, que tanto nos amou, que deu o Seu próprio Filho Unigênito, para ser o nosso Salvador! (cf. Jo 3.16).
 
Devemos louvá-lo também porque Ele pode nos dar um resto de agenda em branco, para escrevermos uma nova história daqui para frente! Não importa se os meses de janeiro a junho foram parcialmente perdidos; não importa se gastamos as nossas energias com coisas que não satisfizeram; não importa o grau de comprometimento do ano. Podemos ter chorado, ter lamentado, ter perdido, ter parado. Mas, para Deus, nada é perdido, nada é à toa. Diz-nos o livro de Romanos: "sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."(Rm 8:28).
 
Ele, e somente Ele, pode mudar o nosso destino e virar a nossa história! Foram pecados? Deus diz: "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2Cr 7:14). Foram más escolhas? A bíblia diz: "... te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência" (Dt 30:19). Foram fracassos? Lembre-se: "Deus farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia."  (Sl 103:5) Foram desamores? Não se esqueça: "Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te susterá; não permitirá jamais que o justo seja abalado." (Sl 55:22)
 
E, naqueles projetos e coisas que estão dando certo, estão glorificando a Deus e estão trazendo o progresso pessoal, familiar, comunitário ou humanitário, agora, como nunca antes, é hora de perseverar, de investir, de arriscar e vencer! "E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda." (Is 30:21). É hora de continuar, é tempo de ir até o fim. E, com a graça do Senhor, teremos todas as condições para concluir com êxito os nossos projetos!
 
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Wagner Antonio de Araújo
Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP
 
 
 

Música Circunstancial: FIM DE ANO, 1951, Francisco Alves

 

                                                                                      


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Batistas do Brasil é um grupo de membros de igrejas batistas filiadas à Convenção Batista Brasileira, mas sem vínculo oficial com a mesma.

Para ingressar neste grupo, basta enviar um e-mail em branco para:
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Nosso site: www.geocities.com/batistasdobrasil

"O culto é uma solenidade racional para louvar a Deus, e não um entretenimento puramente emocional para satisfação pessoal. Culto não é balada."

CANTOR CRISTÃO: Didática e proclamações bíblicas através da música.
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{ Evangeliza=?ISO-8859-1?Q?=E7=E3?=o Pessoal } És meu Deus... com som

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És meu Deus
(Cristiane e Areli - Seminário Bíblico Palavra da Vida)
 
Tantas vezes Te questionei
Por que eu? Por que mais uma vez?
Respostas que eu quis, não encontrei
Mas no meu clamor ouvi:
"Minha graça é o que te basta
Pois na sua fraqueza Minha força se mostra"
 
És meu Deus
Minha força
Minha vida
Meu ar
Consigo ver na minha dor
Quem Tu és e quem eu sou
 
Amanhã Te buscarei
Alegria em Ti encontrarei
A dor ficou pra trás
E a quem me perguntar direi:
 
Confiança tenho na pessoa que És
Obra incompleta sou
E perfeito Tu és
És meu Deus
Minha força
Minha vida
Meu ar
Consigo ver na minha dor
Quem Tu és e quem eu sou
 
Se mais um dia eu viver
Certeza eu vou ter

Fabiana Cristina
30/06/09
Ao repassar, por favor, mantenha os créditos.
 

{ Evangeliza=?ISO-8859-1?Q?=E7=E3?=o Pessoal } #113# Portões Fortes E Porteiros Fiéis

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Ministério Para Refletir

Para Refletir...(01/07/09)

Portões Fortes E Porteiros Fiéis

 

"Os meus olhos estão sobre os fiéis da terra, para que
habitem comigo; o que anda no caminho perfeito, esse me
servirá" (Salmos 101:6).


Os muros mais fortes são inúteis se os portões são fracos ou
se os porteiros são negligentes ou infiéis. A Grande Muralha
da China foi penetrada pelos inimigos pelo menos três vezes
e, em todas, os guardas foram subornados. A igreja precisa
muito de portões fortes e porteiros fiéis.


Nós somos a igreja do Senhor. Fomos comprados pelo sangue de
Jesus no Calvário. Pelo Seu sacrifício fomos perdoados e
trazidos à presença do Pai. Cremos no Seu nome e, em Cristo,
fomos feitos filhos de Deus.


E o que temos oferecido ao nosso Salvador como gratidão por
tão grande dádiva? Qual tem sido o nosso testemunho diante
daqueles que ainda não o têm no coração? Temos oferecido
brecha ao inimigo, vivendo de maneira negligente e desleal
ou, na força do Senhor, temos nos mantido fiéis e
constantes, glorificando o Seu nome em cada uma de nossas
atitudes?


Como portões fortes precisamos andar na presença do Senhor
com a confiança e a firmeza do Monte Sião. As lutas e os
problemas não deverão nos abalar. Em todos os momentos
saberemos olhar para o alto e dizer: "Eu creio em Ti,
Senhor. Sei que estás comigo e que nada poderá impedir a
minha vitória. Eu não temerei as tempestades que se abaterem
sobre mim porque na hora que quiseres, haverá bonança".


Como porteiros fiéis deixaremos do lado de fora todo o
engano do mundo. Não nos deixaremos seduzir pelas tentações
oferecidas pelo inimigo. A mentira não conseguirá entrar,
nem a desonestidade, nem a imoralidade, nem qualquer outra
coisa que seja estranha e inadequada à santidade do nosso
Senhor Jesus Cristo.


Os nossos portões espirituais estarão fechados para o mal e
abertos para todas as bênçãos do nosso amado Salvador.


*****
Caso tenha um amigo que deseja receber as reflexões diárias
e não participar de listas, basta preencher o link indicado
no final e assinar a lista de envio de apenas uma mensagem
diária.
*****

 

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:

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Vim convidar todos para visitar meu blog e deixar um recadinho...
 
 
 
 

{ Evangeliza=?ISO-8859-1?Q?=E7=E3?=o Pessoal } Decepcionados com Deus-30/6/2009

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Capítulo 15 - Timidez Divina

O meu projeto é a primeira experiência científica em to­da história a resolver de uma vez por todas a questão da existência de Deus. Do jeito como as coisas estão, podem existir sinais de Sua existência, mas eles apontam para os dois lados e, assim sendo, são ambíguos e não provam coisa alguma. Por exemplo, as maravilhas do universo não convencem aqueles que estão mais familiarizados com tais maravilhas, os próprios cientistas. Quer isso testifique da ignorância dos cientistas, quer do sucesso de Deus em esconder-se, é algo sem tanta importância.

— Walker Percy, The Second Corning ("A Segunda Vinda")

 

    SE CHEGOU a haver uma ocasião propícia para conduzir a experiência proposta no romance de Walker Percy, ela ocorreu enquanto Jesus andou pela terra. Além de provar a existência de Deus, Jesus poderia ter solucionado de uma vez para sempre o problema da decepção com Deus. Ele teve uma magnífica oportunidade de calar os críticos para sempre.

    Se, por exemplo, meu amigo Richard tivesse vivido nos dias de Jesus, poderia ter exigido diretamente Dele provas a respeito do assunto. "Você diz que é o Filho de Deus? Tudo bem, então prove!" O que teria acontecido? Não precisamos especular, pois com freqüência Jesus foi desafiado de modo parecido. Quando os "experts" em religião imploraram a Ele para que fizesse um sinal miraculoso, Jesus ficou irado com eles, chamando-os de "geração má e adúltera". Quando um rei muito curioso pediu para ver um milagre, Jesus recusou-se a cooperar, embora isso pudesse ter salvo a Sua vida.

    Por que Deus se refreia? Talvez possa-se encontrar uma pista na Tentação, o primeiro "acontecimento" do ministério de Jesus, uma espécie de exame final prestado logo antes de iniciar Sua vida pública. Em certos aspectos me faz lembrar da crise de Richard naquela madrugada.

    É difícil imaginar um confronto mais impressionante: Je­sus contra o maior dos céticos, Satanás em pessoa, com a areia alva do deserto servindo de cenário. Satanás desejava alguma prova: "Se és Filho de Deus..." Ele desafiou Jesus a fazer pão com uma pedra, pediu para ver uma amostra dos poderes de autoproteção que Jesus possuía, e ofereceu-Lhe a autoridade sobre todos os reinos do mundo.

    Creio que o desafio de Satanás foi uma tentação de verda­de para Jesus, não uma disputa ensaiada, pré-decidida. Um pão teria tentado qualquer um que tivesse jejuado durante qua­renta dias. Uma garantia de segurança física certamente exer­cia atração sobre alguém que iria enfrentar a tortura e a exe­cução. E o esplendor de todos os reinos da Terra — os profetas não haviam predito tudo isso para o Messias? Todas as três "tentações" estavam ao alcance de Jesus; todas as três eram, na verdade, prerrogativas Suas. Na verdade, Satanás estava oferecendo a Jesus um atalho para alcançar Seus objetivos mes­siânicos.

    O romancista russo Fyodor Dostoyevsky fez da cena da Tentação um ponto central em sua obra-prima Os Irmãos Karamázov. Ivan Karamázov chama a Tentação de o mais estu­pendo milagre da terra: o milagre do restringir-se. Se Ele tivesse cedido à Tentação, teria conquistado suas credenciais — não apenas junto a Satanás, mas junto a todo Israel, confirmando-se à humanidade além de qualquer dúvida. Segundo o ponto de vista de Dostoyevsky, Satanás ofereceu três meios fáceis de despertar a fé — milagre, mistério e autoridadee Cristo recusou todos os três. Nas palavras de Ivan Karamázov, "Você não usaria milagres para escravizar o homem; você de­sejou que a fé do homem nascesse espontaneamente, não co­mo fruto de milagres."

    Enquanto eu lia o relato conciso de Mateus sobre a Tenta­ção e então a reconstrução longa e elaborada de Dostoyévsky, uma pergunta surgiu de maneira abrupta, perturbadora. Qual é a diferença entre a tentação no deserto e aquela que teve lu­gar no pequeno apartamento de Richard? Ele também implo­rou por algum tipo de manifestação sobrenatural: uma luz, uma voz, alguma coisa que comprovasse o poder de Deus além de qualquer dúvida. Ou, para tornar a questão mais pessoal, como é que a Tentação é diferente de épocas quando eu implo­ro, quase exijo, que Deus intervenha e me salve de algum apuro?

    Existem diferenças, é claro, e a minha autodefesa rapida­mente as descreve. Supõe-se que Richard era sincero; eu esta­va necessitado; nós dois estávamos pedindo ajuda a Deus, não estávamos insultando-o nem exigindo adoração. E, assim mes­mo, não consigo desfazer-me facilmente da semelhança mar­cante entre o "Atira-te abaixo" de Satanás e o "Revela-te!" de Richard. Em cada caso o desafio é o mesmo: uma exigência de que Deus tire a capa e se revele. Em cada caso, Deus não quis mostrar-se.

    Há um outro exemplo da auto-restrição divina. Aconte­ceu em Jerusalém, num local bem próximo de onde Satanás fez o seu terceiro desafio. Do alto de uma colina Jesus olhou e clamou: "Jerusalém, Jerusalém! que matas os profetas e ape­drejas os que te foram enviados! quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debai­xo das asas, e vós não o quisestes!" Aquele lamento de triste­za por Jerusalém é de uma qualidade quase que de timidez. Jesus, que podia destruir Jerusalém com uma palavra, que po­dia mandar descer legiões de anjos dos céus para forçar uma sujeição, em vez disso observa a cidade e chora.

    Deus se segura; se esconde; chora. Por quê? Porque dese­ja o que o poder jamais consegue conquistar. Ele é um rei que não deseja a sujeição, mas o amor. Ao invés de esmagar Jeru­salém, Roma e todas as outras potências mundiais, ele optou pelo caminho lento e difícil da Encarnação, amor e morte.

    George MacDonald resumiu a abordagem de Cristo: "Em vez de esmigalhar o poder do mal com a força divina; em vez de impor a justiça e destruir os ímpios; em vez de pacificar a Terra mediante o governo de um príncipe perfeito; em vez de reunir as crianças de Jerusalém sob suas asas, quer elas quises­sem ou não, e de salvá-las dos horrores que angustiavam sua alma profética — Ele deixou que o mal agisse à vontade enquan­to existisse; Ele se satisfez com as formas lentas e desencorajadoras de ajudar apenas no essencial; tornando bons os ho­mens; expulsando, e não simplesmente controlando, Satanás.... Amar a justiça é fazê-la crescer, não é vingá-la."

Os Milagres

    Obviamente não contei a história toda sobre Jesus. Sim, a humanidade de Jesus representava uma espécie de disfarce, pelo menos em comparação com a glória de Deus no Antigo Testamento. Sim, Ele demonstrou a autolimitação, recusando-se a impressionar espectadores com uma impetuosa manifesta­ção de poder. Mas que dizer dos milagres que ele chegou a realizar, dos quais três dúzias estão relatados nos evangelhos? Ninguém que O viu fornecer almoço para cinco mil, ou orde­nar a Lázaro que saísse do túmulo, ou amainar uma tempesta­de de verão poderia falar com facilidade de uma qualidade co­mo "timidez divina".

    Porém, Jesus, que, caso quisesse fazê-lo, presumivelmen­te teve poder para operar uma maravilha em qualquer dia de Sua vida, demonstrou uma curiosa ambivalência diante dos mi­lagres. Com Seus discípulos, Ele os empregou como uma pro­va de quem era ("Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras"). Mas, mesmo quando as realizava, parecia não atribuir muita importância a elas. Quando ressuscitou a filha de um judeu da alta socieda­de, deu ordens expressas para manter silêncio sobre o ocorri­do. Marcos registra sete ocasiões distintas quando Jesus disse a alguém que havia curado: "Não o digas a ninguém!"

    Jesus sabia muito bem sobre o efeito superficial dos mila­gres nos dias de Moisés e nos de Elias: eles atraíam multidões, é verdade, mas raramente estimulavam uma fidelidade de lon­ga duração. Ele estava trazendo uma dura mensagem de obediência e sacrifício, não um espetáculo à parte para pessoas ávi­das de sensacionalismo. Como era de esperar, os verdadeiros céticos de Sua época (bastante parecidos com as pessoas de ho­je em dia) deram uma explicação racionalista para Seus poderes. Se a voz de Deus falava do céu, rejeitavam-na como sen­do um trovão. Outros creditaram suas capacidades a Satanás ou a alguma outra fonte. E os inimigos mais ferrenhos de Je­sus se recusaram a crer Nele, mesmo quando diante de provas concretas. Certa ocasião, instalaram formalmente um tribunal para estudar uma suposta cura. Ignorando testemunhos de pri­meira mão — "Uma cousa sei: Eu era cego, e agora vejo" — despejaram insultos sobre o homem curado e atiraram-no tribu­nal afora. E, quando Lázaro se apresentou vivo depois de qua­tro dias num túmulo, quiseram providenciar logo uma segun­da morte para ele.

    Com uma uniformidade impressionante, os relatos bíbli­cos mostram que milagres — milagres notáveis, de parar o trân­sito — simplesmente não fomentam uma fé profunda. Como prova disso, não precisamos procurar além dos três amigos mais chegados de Jesus, que foram os únicos a participar de um acontecimento conhecido como a Transfiguração, ocasião em que o rosto de Jesus brilhou como o Sol e Suas roupas se tornaram ofuscantes, "sobremodo brancas, como nenhum lavandeiro na terra as poderia alvejar". Para surpresa dos discí­pulos, dois gigantes da história judaica, mortos havia muito tempo — Moisés e Elias — apareceram numa nuvem com eles. Deus falou audivelmente. Foi demais para os discípulos; es­tes caíram ao chão aterrorizados.

    Que efeito, porém, um acontecimento estupendo como esse teve em Pedro, Tiago e João? Silenciou definitivamente suas perguntas e os encheu com uma fé sólida? Umas poucas semanas depois, quando Jesus mais necessitou deles, todos o abandonaram. De algum modo o significado de quem Jesus era nunca foi na verdade completamente assimilado, se não depois de Ele ter partido e então retornado.

***

    Tenho lido livros sobre sinais e milagres, livros que têm a pretensão de calar os céticos, como se os milagres de Jesus pro­vassem que Ele é a resposta para os problemas do mundo.

    Mas devo confessar que a maioria desses argumentos me dão a impressão de serem irrelevantes para pessoas decepcionadas com Deus. Estão mais interessadas nos milagres que Jesus não realizou. Por que um Deus que possui o poder de endireitar o que está errado escolhe algumas vezes não fazê-lo? Ou, por que Jesus realizava somente alguns milagres? Por que curar so­mente um homem paralítico em Betesda?

    Pode-se encontrar uma pista para tal pergunta numa des­crição fantasiosa da vida de Jesus, a qual, por boas razões, nunca conseguiu entrar na Bíblia. O espúrio Evangelho da In­fância de Jesus Cristo propõe-se a revelar histórias desconheci­das sobre a infância de Jesus. Mostra Jesus do jeito que al­guém possa querer que Ele fosse. Segundo esse antigo livro, onde as gotas de suor de Jesus caíam cresciam árvores balsa­míferas; o local onde ficavam suas fraldas não pegava fogo. A pedidos Jesus realizava "brincadeiras" para impressionar os amigos — algo que o verdadeiro Jesus sempre se recusou a fazer. O Jesus apócrifo possuía o fascínio de um gênio-de-gar­rafa domesticado ou de um mágico de circo. Sempre que seu pai, José, cometia algum erro num importante serviço de carpintaria, Jesus intervinha e, num passe de mágica, consertava a falha.

    Esse Jesus místico também não receava utilizar Seu poder para vingança. Quando uma vizinha feriu um dos amiguinhos de Jesus, ela misteriosamente caiu num poço e morreu com o crânio esmagado. (QUE ABSURDO... KKKKKKKK) Quando Jesus se aproximava de uma cida­de, seus ídolos se desintegravam em montes de areia. Em con­traste, o Jesus de verdade repreendeu os discípulos por sugeri­rem que clamasse por fogo do céu contra uma cidade pecami­nosa. E, quando soldados vieram prendê-lo, empregou seu po­der sobrenatural uma única vez — para curar a orelha decepada de um dos que o prendiam.

    Essas são as ações de um cabeça quente como Sansão, não as reações cuidadosas do Jesus histórico dos evangelhos, que empregou seus poderes com compaixão para satisfazer as necessidades humanas, não em brincadeiras para aparecer. To­das as vezes em que alguém lhe pedia diretamente, Ele curava. Quando Seus discípulos estavam ficando cada vez mais assusta­dos numa tempestade no meio do lago, Ele acalmou o vento. Quando a multidão que o ouvia ficou com fome, Ele os alimen­tou, e, quando os convidados de um casamento ficaram com sede, Ele fez vinho. Em resumo, os milagres nos evangelhos autênticos dizem respeito ao amor, não ao poder.

    Embora os milagres de Jesus fossem por demais limita­dos para solucionar cada decepção humana, serviam como si­nais proféticos de Sua missão, ilustrando o que algum dia Deus faria em favor de toda a criação. Para as pessoas que os experimentaram — como é o caso do paralítico que foi abai­xado tal qual um candelabro que vai ser limpo — as curas for­neceram prova convincente de que o próprio Deus estava visi­tando o planeta Terra. Para todos os demais, despertaram an­seios que não desaparecerão até que uma restauração final aca­be com toda dor e morte.

    Os milagres fizeram exatamente o que Jesus havia predi­to. Para aqueles que escolheram crer Nele, deram ainda mais motivos para crer. Mas para aqueles decididos a negá-Lo, os milagres fizeram pouquíssima diferença. Algumas coisas sim­plesmente têm de ser cridas para serem vistas.

*

Referências bíblicas: Mateus 12, 16; Lucas 4; Ma­teus 23 e Lucas 13; João 14, 9; Marcos 9.

{ Evangeliza=?ISO-8859-1?Q?=E7=E3?=o Pessoal } #113# Felicidade Total

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A mais alta satisfação, a maior felicidade e o mais amplo
proveito são encontrados na vida em harmonia com a vontade
de Deus." (John D. Rockefeller Jr)

Quando colocamos todos os nossos planos e interesses nas
mãos do Senhor, a garantia de sucesso e felicidade é total.

Paulo Barbosa

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