[Batistas do Brasil] Re: QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR

quinta-feira, 22 de abril de 2010 comente
 



Quem Não vem Pelo Amor, Vem pela Dor.
Tipo: Testemunhos / Autor: Ev. Enoque Nogueira

QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR.

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2004.

O ditado

É bastante conhecido o ditado: “Quem não vem pelo amor, vem pela dor”. É tão difundido que alguns até pensam que é um versículo da Bíblia. Alguns afirmam que a frase é bíblica e mostram como evidência, o Cativeiro de Judá, a forma de conversão de Paulo, etc.
Se quisermos, podemos fazer muitos arranjos de versículos ou citação da Bíblia com frases e ditados visando considerá-los bíblicos. Isto, com certeza, não é uma atitude sensata; fere aos bons costumes e é pecado; é como que acrescentar algo ou deturpar a Palavra de Deus.

Alguns testemunhantes regressaram pela dor

Há muitos crentes dando “testemunhos” (espaço dado para alguém contar como recebeu uma bênção) em cultos específicos dizendo que, enquanto estavam na bonança não ouviam a voz de Deus, mas depois de uma grande provação voltaram para os braços do SENHOR.

Fui abençoado de forma grandiosa

Deus agiu em meu favor de uma forma muito especial; apesar de estar longe do Seu aprisco, as portas das bênçãos materiais estavam abertas para mim. Confesso que a situação me incomodava.Eu cursava Desenho Técnico Industrial, no Colégio Metalúrgico, trabalhava como Mecânico Ajustador Ferramenteiro em uma metalúrgica de alta precisão, morava com os meus irmãos Lydia e Josué, tinha total independência sócio-financeira.
Naquele tempo – hoje acho que não se falam mais - sempre ouvia dizer: “quem não vem por amor vem pela dor” Eu não tinha argumentos contra, mas me achava bem fora daquela realidade e me perguntava: Porque Deus tem me abençoado tanto, mesmo eu estando afastado da igreja e da vida cristã?

O meu dia D

Às quatorze horas e vinte e oito minutos do dia 28 de junho de 1978 Fumei o último cigarro; mantive a embalagem vazia do Roliud como um troféu; nela , a frase: último cigarro fumado às 14h 28 min do dia 28.06.78. Neste mesmo dia o Brasil se despediu da Copa do Mundo na Espanha. Assisti ao jogo pela televisão na casa do meu maior amigo dos tempos de solteiro (hoje, Pr. Pedro Monteiro de Lucena) que morava na Rua Coração de Maria, no Méier. Andando cabisbaixo pela rua Padre Ildefonso Penalba, em direção à rua José Bonifácio parei em frente ao antigo templo da Igreja Assembléia de Deus em Todos os Santos.

O meu encontro com Jesus sem dor
Era noite de uma terça feira, dia do último cigarro, da derrota do Brasil, de um afastamento de Deus, mas em contrapartida, muitas bênçãos recebidas. Na igreja, um culto doutrinário dirigido pelo pastor Sebastião Firmino de Assunção. Entrei na Casa do SENHOR muito triste e abatido, reconhecendo que Deus estava comigo e jamais me abandonara.
A mensagem do servo de Deus – hoje em saudosa memória – falava no profundo do meu coração. Tomei uma caneta e papel, escrevi a letra de um hino que alguns meses depois ganhou música e foi registrada no ano de 1998, que diz assim:

“SENHOR. há quanto tempo eu não sinto Tua presença em meu ser
Já não sinto a alegria da Tua salvação.
Hoje eu vivo os momentos que me fazem entristecer
Como posso ser feliz, sem Ter sentir no coração.
Coro
Quem me dera reviver, aquele tempo que passou
Bons momentos que passei na presença do meu Deus
Eu quisera ser um jovem muito cheio de amor
Um amor que me faça alegre e lacrime os olhos meus

SENHOR! há quanto tempo eu não sinto a Tua mão sobre mim
Já não sinto a Tua presença dentro do meu coração
Hoje eu vivo os momentos que me fazem entristecer
Como posso ser feliz, sem Ter sentir no coração.”

Após escrever o hino, com o coração contristado e arrependido, escrevi um bilhete e solicitei a jovem Noêmia que o entregasse ao seu tio, pastor Sebastião, solicitando-o que me colocasse em “prova” para depois, se aprovado, fosse arrolado fosse arrolado ao rol de membros da Igreja.

A comunhão com a igreja

Logo em seguida tive uma tremenda surpresa. A Noêmia disse-me que o pastor estava me convidando à frente para entrar em comunhão na mesma hora. Chegando à frente do púlpito lembrei ao pastor que eu estava excluído. Ele Foi claro: Você vai entrar em comunhão agora, mediante o perdão da igreja.
Fiquei impressionado com a atitude do Pr. Sebastião e pensei: Um outro ministro teria me colocado em prova de um ano. Eu estava vendo a atitude de um Homem de Visão espiritual, um autêntico servo de Deus que não olhava para a aparência e não considerou o ditado: “Quem não vem pelo amor, vem pela dor”.

Ao meu SENHOR, Louvor, honra e glória, por não me ter castigado nem permitido que eu fosse massacrado pela vida para que eu pudesse me reconciliar com Ele, mas por Sua graça, misericórdia, soberania e amor.

A Deus, minha eterna gratidão.





Autor deste artigo:
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Ev. Enoque Nogueira
Evangelista, bacharel e mestrando em teologia pela FETSU; Pregador e Palestrante. Membro da Assembléia de Deus na Penha - Rua Montevidéu, 1191 - Penha - Rio de Janeiro - RJ. evangelistaenoque@gmail.com.
..





Pastor Adriano.

O senhor sabe quem foi o autor dessa afirmativa: "QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR?"
Existem muito crentes que até afirmam que este ditado está na Biblia. Quando perguntamos eles dizem: "Não sei a onde está escrito, mas que está, está"


Abraços

Eduardo Vicente - Diacono
Igreja Batista Memorial em Sulacap









De: "pastordri@yahoo.com.br" <pastordri@yahoo.com.br>
Para: batistasdobrasil@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 21 de Abril de 2010 15:11:44
Assunto: [batistastradicionais] Re: UMA VISÃO CORRECTA DE DEUS COMO CRIADOR



ALELUIA!!!!!!!!!!!!!!!

É COMO DIZ O DITADO, QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR.

DEUS É TÃO MARAVILHOSO, QUE NOS LEVA ATÉ O FUNDO DO POÇO, SE NECESSÁRIO, PARA MAIOR GLÓRIA SUA.

GRANDE ABRAÇO!!!!!!!!!!!!!!

PR. ADRIANO PEREIRA DE OLIVEIRA

IGREJA BATISTA DE FLÓRIDA PAULISTA, SP.



-------- Mensagem original --------
De: Ivan Gomes <ivanrgomes@yahoo.com.br>





Boa Tarde!

 

Depois de cinco meses sem acessar meu e-mail de cunho espiritual, com quase 2.000 e-mail não lido, fico feliz com que o irmão escreveu.

 

Passei por um momento de renovação espiritual e avivamento, após, algumas experiências que tive com Deus, do tipo:

Trabalho, Busca de maior intimidade com Deus, Leitura da Palavra de Deus, Busca da Plenitude do Espírito Santo, Preocupação com a vida espiritual dos meus filhos, Clamor pela cura do câncer diagnosticado na minha esposa e atendido pelo Senhor Jesus Cristo, Renovação espiritual, Renascer do 1º amor pela Obra do Senhor, e principalmente orar sem cessar,...

 

Não me tornei pentecostal; porém, uma nova maneira de ver e viver o evangelho que Jesus Cristo, nos legou.

Não quero mais pra minha vida espiritual a miopia em que fui doutrinado. Olhando somente para mim vida, para minha tribo, pro grupo que ao qual pertenço.

Quero olhar para o meu próximo com mais amor, carinho e misericórdia, independente da minha denominação.

Quero falar a verdade independente do cooperativismo reinante no nosso meio.

Quero viver um novo tempo em minha vida. Quero orar mais, quero adentrar o santuário de Deus, quero buscar mais ao Senhor, quero tocar nas vestes de Jesus Cristo.

 

Neste período, passei por experiências espirituais maravilhosas. Deus me mostrou outros caminhos espirituais que deviria caminhar. Principalmente amar o ímpio, o pobre, e orar pelos que não tem um pedaço de pão para comer,...

 

Por isso, irmão, quero te agradecer pelo texto escrito.

Falou profundamente ao meu coração. Como preciso deixar de ser elitista, arrogante, prepotente, e ser mais simples, humilde, mais humano, e principalmente amar mais os adolescentes e jovens de nossa Igreja, independentemente se tocam bateria e quitarra.

 

Que Deus continue a inspirar ao irmão.

 

Não Amor de Cristo!

 


dc Ivan Gomes

Se não for pra te adorar para que nasci
Se não for pra te servir por que estou aqui
Sim, eu quero te adorar, te adorar...
Senhor, estou aqui! "Fernandinho".









De: Marcos Amazonas <marcosamazonas@gmail.com>
Enviadas: Quarta-feira, 21 de Abril de 2010 10:25:38
Assunto: [Batistas do Brasil] UMA VISÃO CORRECTA DE DEUS COMO CRIADOR

  Queridos,

Estou escrevendo sobre a MPB e usa teologia.
Envio mais um escrito sobre esta temática.

Abraços,


Marcos





1 – Uma visão correcta de Deus como Criador









Em nossos dias é extremamente complicado dizer quem é Deus. Vivemos dias em que a igreja não sabe descrever o seu Senhor. Nossa visão tem sido distorcida. Muitas vezes a nossa visão de Deus está condicionada à visão que temos da estrutura que fazemos parte. Em muitos casos, nossa visão de Deus está intimamente ligada ao credo que temos, mas não temos sequer uma relação íntima e pessoal com Ele. Nosso Deus é pessoal e moral, que pune e recompensa. Mas hoje este conceito de Deus está esquecido até mesmo dentro da igreja. Como consequência de tal facto temos a decadência espiritual da igreja. Não podemos esquecer que: a perda de um elevado conceito de Deus produz uma profunda decadência espiritual e moral. Para um cristão a relevância dos relacionamentos repousa sobre o caráter de Deus. É como Neemias disse: “Mas os primeiros governadores que foram antes de mim, oprimiram o povo, e tomaram-lhe pão e vinho e, além disso, quarenta siclos de prata; e até os seus moços dominavam o povo. Porém, eu assim não fiz, por causa do temor de Deus” (Ne 5.15). Porque temia a Deus, Neemias recusou-se a explorar o povo. Da mesma forma, ao ser convidado pela mulher de Faraó (sic) a deitar-se com ela, José respondeu: “(…) Como, pois, posso eu cometer este grande mal, e pecar contra Deus?” (Gn 39.9). A recusa à prática do mal, quer social, quer moral, está na consciência que temos de Deus.”[1] Sem saber quem é Deus, não saberemos quem somos nós também. Sem uma visão correcta de Deus, jamais poderemos ter uma visão correcta do homem.

Deus é o criador de todas as coisas. Este é o nosso ponto de partida. Ele nos criou à sua imagem e semelhança. É um facto, hoje vivemos de uma maneira corrompida. Somos pecadores inclinados para à prática do mal. Mas, apesar disto, “o homem é grande. Ele foi criado à imagem e semelhança de Deus. É daí que vem a sua dignidade. A imagem de Deus no homem ficou embotada com a sua queda, mas não destruída. Ele é a coroa da criação. Como humanos, somos tão valiosos para Deus que ele deu seu Filho unigénito para nossa salvação.”[2] Deus nos valoriza. Ele tem uma visão correcta de nós. Somos imagem e semelhança de Deus. Sem desejar prolongar-me no que significa a imagem e semelhança de Deus, vou apenas citar um parágrafo de John Sttot que está intimamente relacionado com o nosso tema. Ele está a falar sobre a imagem e semelhança de Deus e afirma que ela é expressa em nossa “racionalidade autoconsciente” , na nossa “capacidade de fazer opções morais” e segue afirmando o seguinte: “Em terceiro lugar, vem o nosso poder de criatividade artística. Deus não só nos chama para uma mordomia responsável em relação ao meio ambiente, e uma parceria com ele mesmo no que tange ao domínio e exploração da natureza para o bem comum; ele nos deu também, através da ciência e da arte, habilidades inovadoras para fazê-lo. Somos “criaturas criativas”. Isto é, como criaturas, nós dependemos no nosso Criador. Porém, tendo sido criados à semelhança do nosso Criador, ele nos deu o desejo e a capacidade de sermos também criadores. Portanto, nós dançamos, escrevemos poemas e fazemos música. Podemos apreciar o que agrada aos olhos, ao ouvido e ao nosso toque.[3]

Precisamos ter uma visão correcta de Deus para podermos ter uma visão correcta de nós próprios e do mundo à nossa volta. Quando entendermos que o homem, mesmo decaído e afastado de Deus continua a ter a imagem e semelhança de Deus, aprenderemos a não diabolizar tudo. Creio que chegou o momento de pararmos de entregar tudo de mão beijada ao diabo. Não podemos ter a veleidade de achar que tudo que é produzido por quem não tem o Senhor Jesus como seu único e suficiente Senhor e Salvador é algo diabólico. Não é algo que edifique-nos, pois isto não vem de Deus. Quem foi que disse que não vem de Deus?

Tiago nos diz claramente que: “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.” (Tg 1.17). O Senhor que nos capacitou e nos fez criaturas criativas e nos fez conforme sua imagem e semelhança, não mudou. Ele não retirou a sua imagem de Deus. Sendo assim, tudo de belo, criativo que desfrutamos é um reflexo da imagem de Deus no homem.

Há belos conceitos dentro da música. Há visões da semelhança de Deus dentro da música chamada não evangélica. Há conceitos correctos de Deus dentro das músicas populares. É verdade, dentro da MPB encontramos uma visão correcta de Deus. Há canções que apresentam-nos Deus como criador de todas as coisas. Um Criador amoroso, que é o autor da vida.

A minha grande dificuldade foi escolher que música partilhar, pois há uma gama enorme de músicas a demonstrar esta realidade. Sei que as minhas escolhas são tendenciosas. Elas mostram as minhas canções predilectas, mas espero ser perdoado por isso.

Quero iniciar com uma canção interpretada por Amelinha. O tema é Foi Deus. Que canção extraordinária! Ela diz o seguinte:

Foi Deus Quem Fez Você

Amelinha

Composição: Luís Ramalho

Foi Deus que fez o céu, o rancho das estrelas

Fez também o seresteiro para conversar com elas

Fez a lua que prateia minha estrada de sorrisos

E a serpente que expulsou mais de um milhão do paraíso

Foi Deus quem fez você

Foi Deus que fez o amor

Fez nascer a eternidade num momento de carinho

Fez até o anonimato dos afetos escondidos

E a saudade dos amores que já foram destruídos

Foi Deus

Foi Deus que fez o vento

Que sopra os teus cabelos

Foi Deus quem fez o orvalho

Que molha o teu olhar, teu olhar

Foi Deus que fez as noites

E o violão planjente

Foi Deus que fez a gente

Somente para amar, só para amar[4]

Que letra mais fabulosa. Que canção teologicamente correcta e até podíamos dizer, que é um cântico, pois há cada coisa, que chamam de cântico e se canta hoje dentro das igrejas que não tem a profundidade teológica desta canção.

O autor diz que Deus foi quem criou todas as coisas. Fez o seresteiro para poder se encantar e assim, usar de criatividade para suas canções e dialogar com a criação. A canção apresenta-nos Deus como Criador e o autor da criatividade. Ele dota a sua criatura com a capacidade de criar e se encantar com a criação.

Ele reconhece que somos criação de Deus. Foi Deus quem fez você. Que coisa estupenda, num mundo que tenta destruir o criacionismo, encontramos um compositor a dizer que o homem é um ser criado por Deus e não um mero acaso de evolução.

A canção também fala-nos da queda e nos diz claramente que a serpente, por mais poder que tenha, seu poder é limitado, pois ela também é uma criatura de Deus.

Deus é o autor dos sentimentos. Deus é o autor da criatividade que faz com que o violão planjente que alegra à noite. Alegra o coração do homem. Foi realmente Deus quem nos criou para amar. Fomos criados para os relacionamentos. Fomos criados para amarmo-nos uns aos outros como Ele ama-nos.

A canção termina uma declaração extraordinária. Diz que fomos criados para amar. Fomos criados para amar o nosso Criador. Fomos criados para amar o nosso semelhante. É verdade, fomos criados para amar a criação de Deus. Somos criaturas de Deus, criaturas criativas e quando entendemos o que somos, podemos no nosso viver manifestar a imagem e semelhança de Deus, mesmo que o pecado tenha embotado esta imagem.

Deus é o criador de todas as coisas. Ele é o autor da vida e a vida não é fruto do acaso. A vida não é uma dor profunda. Não é sofrimento. A vida é um acto de amor do Criador. A vida é breve, mas ninguém deseja deixá-la. Nós nos agarramos à vida, porque fomos criados para viver. Numa época que tanto se tem questionado o que é a vida, creio que devemos parar para ouvir o menino do morro a dar-nos a sua resposta. Gonzaguinha em sua canção “O que é, o que é”, consegue dizer com maestria tudo aquilo que parece que jamais conseguiremos dizer sobre o que seja a vida. Ele de maneira simples, profunda responde-nos com poesia. Na canção ele diz:

O Que É, O Que É?

Gonzaguinha

Composição: Gonzaguinha

Eu fico

Com a pureza

Da resposta das crianças

É a vida, é bonita

E é bonita...

Viver!E não ter a vergonha

De ser feliz

Cantar e cantar e cantar

A beleza de ser

Um eterno aprendiz...

Ah meu Deus!

Eu sei, eu sei

Que a vida devia ser

Bem melhor e será

Mas isso não impede

Que eu repita

É bonita, é bonita

E é bonita...

E a vida!

E a vida o que é?

Diga lá, meu irmão

Ela é a batida

De um coração

Ela é uma doce ilusão

Hê! Hô!...

E a vida

Ela é maravilha

Ou é sofrimento?

Ela é alegria

Ou lamento?

O que é? O que é?

Meu irmão...

Há quem fale

Que a vida da gente

É um nada no mundo

É uma gota, é um tempo

Que nem dá um segundo...

Há quem fale

Que é um divino

Mistério profundo

É o sopro do criador

Numa atitude repleta de amor...

Você diz que é luxo e prazer

Ele diz que a vida é viver

Ela diz que melhor é morrer

Pois amada não é

E o verbo é sofrer...

Eu só sei que confio na moça

E na moça eu ponho a força da fé

Somos nós que fazemos a vida

Como der, ou puder, ou quiser...

Sempre desejada

Por mais que esteja errada

Ninguém quer a morte

Só saúde e sorte...

E a pergunta roda

E a cabeça agita

Eu fico com a pureza

Da resposta das crianças

É a vida, é bonita

E é bonita...[5]

Esta para mim é uma das letras mais bonitas de Gozaquinha. Nesta canção ele conseguiu juntar os vários pensamentos sobre a vida e ainda o desespero da mulher que já não se sente amada, e; por isso, pensa que já não vale a pena viver.

É interessante notar que para ele a vida tem um que de esperança e não somente isto, ela será muito melhor do que é no momento presente. De uma maneira extraordinária Gonzaguinha, o menino que cresceu no morro do São Carlos, conseguiu olhar para a vida como bela. Ele não a viu como uma tragédia. Ele tinha consciência que ela era uma dádiva do Criador. Que confissão de fé extraordinária. Ele declarou de modo fantástico toda a teologia bíblica. Senão vejamos atentamente o que ele afirmou:

Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo

É uma gota é um tempo que nem dá um segundo

Aqui vemos Gonzaguinha falando da brevidade da vida. Agora vejamos o que nos diz a Bíblia. Textos que nos são sobejamente conhecidos por nós ou talvez não. Mas aqui, vemos que a declaração do compositor consolida a declaração bíblica. O profeta Isaías: “Uma voz diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo. Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do SENHOR. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.” (Is 40.6-8). Vejam como o profeta fala da brevidade da vida. Tiago também mostra-nos a questão da brevidade da vida: “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.” (Tg 4.14). Gozaguinha conseguiu embelezar ainda mais a declaração bíblia. A vida é um nada no mundo. É uma simples goto que cai e não dá um segundo. Ela é breve, muito breve. É tão breve que o Senhor diz que é como a erva que seca-se e a flor que cai.

Há quem fale que é um divino mistério profundo

É o sopro do Criador

Numa atitude repleta de amor

Ele diz que há pessoas que testemunham que a vida é um ministério profundo. Que ela é o sopro do Criador numa atitude repleta de amor. Vejamos o que nos diz o autor do Génesis: “Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou nas suas narinas o fôlego da vida, e o homem se tornou um ser vivente.” (Gn 2.7). Olhe para a declaração de Gozaguinha. Ela é perfeita. Teologicamente correcta. O sopro do Criador numa atitude repleta de amor.

Acho fantástica a declaração que e
Pastor Adriano.

O senhor sabe quem foi o autor dessa afirmativa: "QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR?"
Existem muito crentes que até afirmam que este ditado está na Biblia. Quando perguntamos eles dizem: "Não sei a onde está escrito, mas que está, está"


Abraços

Eduardo Vicente - Diacono
Igreja Batista Memorial em Sulacap







De: "pastordri@yahoo.com.br" <pastordri@yahoo.com.br>
Para: batistasdobrasil@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 21 de Abril de 2010 15:11:44
Assunto: [batistastradicionais] Re: UMA VISÃO CORRECTA DE DEUS COMO CRIADOR



ALELUIA!!!!!!!!!!!!!!!

É COMO DIZ O DITADO, QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR.

DEUS É TÃO MARAVILHOSO, QUE NOS LEVA ATÉ O FUNDO DO POÇO, SE NECESSÁRIO, PARA MAIOR GLÓRIA SUA.

GRANDE ABRAÇO!!!!!!!!!!!!!!

PR. ADRIANO PEREIRA DE OLIVEIRA

IGREJA BATISTA DE FLÓRIDA PAULISTA, SP.



-------- Mensagem original --------
De: Ivan Gomes <ivanrgomes@yahoo.com.br>





Boa Tarde!



Depois de cinco meses sem acessar meu e-mail de cunho espiritual, com quase 2.000 e-mail não lido, fico feliz com que o irmão escreveu.



Passei por um momento de renovação espiritual e avivamento, após, algumas experiências que tive com Deus, do tipo:

Trabalho, Busca de maior intimidade com Deus, Leitura da Palavra de Deus, Busca da Plenitude do Espírito Santo, Preocupação com a vida espiritual dos meus filhos, Clamor pela cura do câncer diagnosticado na minha esposa e atendido pelo Senhor Jesus Cristo, Renovação espiritual, Renascer do 1º amor pela Obra do Senhor, e principalmente orar sem cessar,...



Não me tornei pentecostal; porém, uma nova maneira de ver e viver o evangelho que Jesus Cristo, nos legou.

Não quero mais pra minha vida espiritual a miopia em que fui doutrinado. Olhando somente para mim vida, para minha tribo, pro grupo que ao qual pertenço.

Quero olhar para o meu próximo com mais amor, carinho e misericórdia, independente da minha denominação.

Quero falar a verdade independente do cooperativismo reinante no nosso meio.

Quero viver um novo tempo em minha vida. Quero orar mais, quero adentrar o santuário de Deus, quero buscar mais ao Senhor, quero tocar nas vestes de Jesus Cristo.



Neste período, passei por experiências espirituais maravilhosas. Deus me mostrou outros caminhos espirituais que deviria caminhar. Principalmente amar o ímpio, o pobre, e orar pelos que não tem um pedaço de pão para comer,...



Por isso, irmão, quero te agradecer pelo texto escrito.

Falou profundamente ao meu coração. Como preciso deixar de ser elitista, arrogante, prepotente, e ser mais simples, humilde, mais humano, e principalmente amar mais os adolescentes e jovens de nossa Igreja, independentemente se tocam bateria e quitarra.



Que Deus continue a inspirar ao irmão.



Não Amor de Cristo!




dc Ivan Gomes

Se não for pra te adorar para que nasci
Se não for pra te servir por que estou aqui
Sim, eu quero te adorar, te adorar...
Senhor, estou aqui! "Fernandinho".







De: Marcos Amazonas <marcosamazonas@gmail.com>
Enviadas: Quarta-feira, 21 de Abril de 2010 10:25:38
Assunto: [Batistas do Brasil] UMA VISÃO CORRECTA DE DEUS COMO CRIADOR

  Queridos,

Estou escrevendo sobre a MPB e usa teologia.
Envio mais um escrito sobre esta temática.

Abraços,


Marcos





1 – Uma visão correcta de Deus como Criador







Em nossos dias é extremamente complicado dizer quem é Deus. Vivemos dias em que a igreja não sabe descrever o seu Senhor. Nossa visão tem sido distorcida. Muitas vezes a nossa visão de Deus está condicionada à visão que temos da estrutura que fazemos parte. Em muitos casos, nossa visão de Deus está intimamente ligada ao credo que temos, mas não temos sequer uma relação íntima e pessoal com Ele. Nosso Deus é pessoal e moral, que pune e recompensa. Mas hoje este conceito de Deus está esquecido até mesmo dentro da igreja. Como consequência de tal facto temos a decadência espiritual da igreja. Não podemos esquecer que: a perda de um elevado conceito de Deus produz uma profunda decadência espiritual e moral. Para um cristão a relevância dos relacionamentos repousa sobre o caráter de Deus. É como Neemias disse: “Mas os primeiros governadores que foram antes de mim, oprimiram o povo, e tomaram-lhe pão e vinho e, além disso, quarenta siclos de prata; e até os seus moços dominavam o povo. Porém, eu assim não fiz, por causa do temor de Deus” (Ne 5.15). Porque temia a Deus, Neemias recusou-se a explorar o povo. Da mesma forma, ao ser convidado pela mulher de Faraó (sic) a deitar-se com ela, José respondeu: “(…) Como, pois, posso eu cometer este grande mal, e pecar contra Deus?” (Gn 39.9). A recusa à prática do mal, quer social, quer moral, está na consciência que temos de Deus.”[1] Sem saber quem é Deus, não saberemos quem somos nós também. Sem uma visão correcta de Deus, jamais poderemos ter uma visão correcta do homem.

Deus é o criador de todas as coisas. Este é o nosso ponto de partida. Ele nos criou à sua imagem e semelhança. É um facto, hoje vivemos de uma maneira corrompida. Somos pecadores inclinados para à prática do mal. Mas, apesar disto, “o homem é grande. Ele foi criado à imagem e semelhança de Deus. É daí que vem a sua dignidade. A imagem de Deus no homem ficou embotada com a sua queda, mas não destruída. Ele é a coroa da criação. Como humanos, somos tão valiosos para Deus que ele deu seu Filho unigénito para nossa salvação.”[2] Deus nos valoriza. Ele tem uma visão correcta de nós. Somos imagem e semelhança de Deus. Sem desejar prolongar-me no que significa a imagem e semelhança de Deus, vou apenas citar um parágrafo de John Sttot que está intimamente relacionado com o nosso tema. Ele está a falar sobre a imagem e semelhança de Deus e afirma que ela é expressa em nossa “racionalidade autoconsciente” , na nossa “capacidade de fazer opções morais” e segue afirmando o seguinte: “Em terceiro lugar, vem o nosso poder de criatividade artística. Deus não só nos chama para uma mordomia responsável em relação ao meio ambiente, e uma parceria com ele mesmo no que tange ao domínio e exploração da natureza para o bem comum; ele nos deu também, através da ciência e da arte, habilidades inovadoras para fazê-lo. Somos “criaturas criativas”. Isto é, como criaturas, nós dependemos no nosso Criador. Porém, tendo sido criados à semelhança do nosso Criador, ele nos deu o desejo e a capacidade de sermos também criadores. Portanto, nós dançamos, escrevemos poemas e fazemos música. Podemos apreciar o que agrada aos olhos, ao ouvido e ao nosso toque.[3]

Precisamos ter uma visão correcta de Deus para podermos ter uma visão correcta de nós próprios e do mundo à nossa volta. Quando entendermos que o homem, mesmo decaído e afastado de Deus continua a ter a imagem e semelhança de Deus, aprenderemos a não diabolizar tudo. Creio que chegou o momento de pararmos de entregar tudo de mão beijada ao diabo. Não podemos ter a veleidade de achar que tudo que é produzido por quem não tem o Senhor Jesus como seu único e suficiente Senhor e Salvador é algo diabólico. Não é algo que edifique-nos, pois isto não vem de Deus. Quem foi que disse que não vem de Deus?

Tiago nos diz claramente que: “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.” (Tg 1.17). O Senhor que nos capacitou e nos fez criaturas criativas e nos fez conforme sua imagem e semelhança, não mudou. Ele não retirou a sua imagem de Deus. Sendo assim, tudo de belo, criativo que desfrutamos é um reflexo da imagem de Deus no homem.

Há belos conceitos dentro da música. Há visões da semelhança de Deus dentro da música chamada não evangélica. Há conceitos correctos de Deus dentro das músicas populares. É verdade, dentro da MPB encontramos uma visão correcta de Deus. Há canções que apresentam-nos Deus como criador de todas as coisas. Um Criador amoroso, que é o autor da vida.

A minha grande dificuldade foi escolher que música partilhar, pois há uma gama enorme de músicas a demonstrar esta realidade. Sei que as minhas escolhas são tendenciosas. Elas mostram as minhas canções predilectas, mas espero ser perdoado por isso.

Quero iniciar com uma canção interpretada por Amelinha. O tema é Foi Deus. Que canção extraordinária! Ela diz o seguinte:

Foi Deus Quem Fez Você

Amelinha

Composição: Luís Ramalho

Foi Deus que fez o céu, o rancho das estrelas

Fez também o seresteiro para conversar com elas

Fez a lua que prateia minha estrada de sorrisos

E a serpente que expulsou mais de um milhão do paraíso

Foi Deus quem fez você

Foi Deus que fez o amor

Fez nascer a eternidade num momento de carinho

Fez até o anonimato dos afetos escondidos

E a saudade dos amores que já foram destruídos

Foi Deus

Foi Deus que fez o vento

Que sopra os teus cabelos

Foi Deus quem fez o orvalho

Que molha o teu olhar, teu olhar

Foi Deus que fez as noites

E o violão planjente

Foi Deus que fez a gente

Somente para amar, só para amar[4]

Que letra mais fabulosa. Que canção teologicamente correcta e até podíamos dizer, que é um cântico, pois há cada coisa, que chamam de cântico e se canta hoje dentro das igrejas que não tem a profundidade teológica desta canção.

O autor diz que Deus foi quem criou todas as coisas. Fez o seresteiro para poder se encantar e assim, usar de criatividade para suas canções e dialogar com a criação. A canção apresenta-nos Deus como Criador e o autor da criatividade. Ele dota a sua criatura com a capacidade de criar e se encantar com a criação.

Ele reconhece que somos criação de Deus. Foi Deus quem fez você. Que coisa estupenda, num mundo que tenta destruir o criacionismo, encontramos um compositor a dizer que o homem é um ser criado por Deus e não um mero acaso de evolução.

A canção também fala-nos da queda e nos diz claramente que a serpente, por mais poder que tenha, seu poder é limitado, pois ela também é uma criatura de Deus.

Deus é o autor dos sentimentos. Deus é o autor da criatividade que faz com que o violão planjente que alegra à noite. Alegra o coração do homem. Foi realmente Deus quem nos criou para amar. Fomos criados para os relacionamentos. Fomos criados para amarmo-nos uns aos outros como Ele ama-nos.

A canção termina uma declaração extraordinária. Diz que fomos criados para amar. Fomos criados para amar o nosso Criador. Fomos criados para amar o nosso semelhante. É verdade, fomos criados para amar a criação de Deus. Somos criaturas de Deus, criaturas criativas e quando entendemos o que somos, podemos no nosso viver manifestar a imagem e semelhança de Deus, mesmo que o pecado tenha embotado esta imagem.

Deus é o criador de todas as coisas. Ele é o autor da vida e a vida não é fruto do acaso. A vida não é uma dor profunda. Não é sofrimento. A vida é um acto de amor do Criador. A vida é breve, mas ninguém deseja deixá-la. Nós nos agarramos à vida, porque fomos criados para viver. Numa época que tanto se tem questionado o que é a vida, creio que devemos parar para ouvir o menino do morro a dar-nos a sua resposta. Gonzaguinha em sua canção “O que é, o que é”, consegue dizer com maestria tudo aquilo que parece que jamais conseguiremos dizer sobre o que seja a vida. Ele de maneira simples, profunda responde-nos com poesia. Na canção ele diz:

O Que É, O Que É?

Gonzaguinha

Composição: Gonzaguinha

Eu fico

Com a pureza

Da resposta das crianças

É a vida, é bonita

E é bonita...

Viver!E não ter a vergonha

De ser feliz

Cantar e cantar e cantar

A beleza de ser

Um eterno aprendiz...

Ah meu Deus!

Eu sei, eu sei

Que a vida devia ser

Bem melhor e será

Mas isso não impede

Que eu repita

É bonita, é bonita

E é bonita...

E a vida!

E a vida o que é?

Diga lá, meu irmão

Ela é a batida

De um coração

Ela é uma doce ilusão

Hê! Hô!...

E a vida

Ela é maravilha

Ou é sofrimento?

Ela é alegria

Ou lamento?

O que é? O que é?

Meu irmão...

Há quem fale

Que a vida da gente

É um nada no mundo

É uma gota, é um tempo

Que nem dá um segundo...

Há quem fale

Que é um divino

Mistério profundo

É o sopro do criador

Numa atitude repleta de amor...

Você diz que é luxo e prazer

Ele diz que a vida é viver

Ela diz que melhor é morrer

Pois amada não é

E o verbo é sofrer...

Eu só sei que confio na moça

E na moça eu ponho a força da fé

Somos nós que fazemos a vida

Como der, ou puder, ou quiser...

Sempre desejada

Por mais que esteja errada

Ninguém quer a morte

Só saúde e sorte...

E a pergunta roda

E a cabeça agita

Eu fico com a pureza

Da resposta das crianças

É a vida, é bonita

E é bonita...[5]

Esta para mim é uma das letras mais bonitas de Gozaquinha. Nesta canção ele conseguiu juntar os vários pensamentos sobre a vida e ainda o desespero da mulher que já não se sente amada, e; por isso, pensa que já não vale a pena viver.

É interessante notar que para ele a vida tem um que de esperança e não somente isto, ela será muito melhor do que é no momento presente. De uma maneira extraordinária Gonzaguinha, o menino que cresceu no morro do São Carlos, conseguiu olhar para a vida como bela. Ele não a viu como uma tragédia. Ele tinha consciência que ela era uma dádiva do Criador. Que confissão de fé extraordinária. Ele declarou de modo fantástico toda a teologia bíblica. Senão vejamos atentamente o que ele afirmou:

Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo

É uma gota é um tempo que nem dá um segundo

Aqui vemos Gonzaguinha falando da brevidade da vida. Agora vejamos o que nos diz a Bíblia. Textos que nos são sobejamente conhecidos por nós ou talvez não. Mas aqui, vemos que a declaração do compositor consolida a declaração bíblica. O profeta Isaías: “Uma voz diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo. Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do SENHOR. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.” (Is 40.6-8). Vejam como o profeta fala da brevidade da vida. Tiago também mostra-nos a questão da brevidade da vida: “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.” (Tg 4.14). Gozaguinha conseguiu embelezar ainda mais a declaração bíblia. A vida é um nada no mundo. É uma simples goto que cai e não dá um segundo. Ela é breve, muito breve. É tão breve que o Senhor diz que é como a erva que seca-se e a flor que cai.

Há quem fale que é um divino mistério profundo

É o sopro do Criador

Numa atitude repleta de amor

Ele diz que há pessoas que testemunham que a vida é um ministério profundo. Que ela é o sopro do Criador numa atitude repleta de amor. Vejamos o que nos diz o autor do Génesis: “Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou nas suas narinas o fôlego da vida, e o homem se tornou um ser vivente.” (Gn 2.7). Olhe para a declaração de Gozaguinha. Ela é perfeita. Teologicamente correcta. O sopro do Criador numa atitude repleta de amor.

Acho fantástica a declaração que ele faz, quando afirma que “a vida devia ser bem melhor e será”, não sei se ele tinha consciência da profundidade desta declaração. Contudo, quando olho para a Bíblia vejo que a vida deveria ser bem melhor, mas a queda tornou-a difícil, cheia de dores, mas ela será melhor. Jesus veio regenerar toda sua criação. E quando lemos a Bíblia, somos movidos pela esperança de que a vida será muito melhor. Esta vida melhor inicia-se aqui, pois o Senhor Jesus disse aos seus discípulos que a nossa alegria deve ser completa (Jo 15.11). Devemos resgatar a teologia da felicidade, da alegria. A vida deveria ser bem melhor e será e que ninguém nos impeça de dizer que é bonita, é bonita e é bonita.

O que é a vida? Uma pergunta profunda, mas que a letra de Gonzaguinha nos responde resumindo todo o livro de Eclesiastes. Quero lançar-vos o desafio de lerem o livro de Eclesiastes com calma e a reflectir na letra de Gonzaguinha. Vejam quanta semelhança. Ele conseguiu resumir um livro extraordinário numa breve canção.

Deus é o Criador de todas as coisas, mas o homem o tem deixado de lado. Hoje a ciência tenta roubar a criação de Deus. O ser humano tem virado às costas para Deus e quando isto acontece, ele vira às costas ao seu semelhante também. Como já afirmei antes, sem uma visão correcta de Deus, não teremos uma visão correcta de nós próprios.

Zé Geraldo mostrar-nos esta realidade de maneira estupenda em sua canção “Cidadão”. Ela é um grito social, mas neste grito social, podemos também ouvir o clamor do Senhor. Vejamos o que diz a letra:

Cidadão

Zé Geraldo

Composição: Lucio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço?

Ajudei a levantar

Foi um tempo de aflição

Eram quatro condução

Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto

Olho pra cima e fico tonto

Mas me chega um cidadão

E me diz desconfiado, tu tá aí admirado

Ou tá querendo roubar?

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido

Dá vontade de beber

E pra aumentar o meu tédio

Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?

Eu também trabalhei lá

Lá eu quase me arrebento

Pus a massa fiz cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente

Pai vou me matricular

Mas me diz um cidadão

Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar

Esta dor doeu mais forte

Por que que eu deixei o norte

Eu me pus a me dizer

Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava

Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém

Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo

Lá eu trabalhei também

Lá sim valeu a pena

Tem quermesse, tem novena

E o padre me deixa entrar

Foi lá que cristo me disse

Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

A canção é em tom de diálogo. E um certo sujeito está a caminhar com um jovem, mostrando-lhe tudo o que fez e a falar da sua insatisfação porque, apesar de ter trabalhado em todos os lugares, ele e os seus não tiveram direito de usufruir dos locais nos quais ele ajudou a levantar. Entretanto, na parte final ele mostra uma igreja. E aqui é bom notar que a igreja é católica, mas tem uma particularidade, ela é inclusivista. É para todos. As igrejas devem ser para todos independentemente da sua situação económica, social, moral e fundamentalmente espiritual. A igreja é lugar de acolhimento.

Ele diz que foi na igreja que encontrou resposta para si. Ali ele foi acolhido. Mas foi na igreja, e aqui é algo extraordinário, pois hoje muita gente pensa que pode receber a mensagem de Deus sozinho e na Bíblia sempre vemos o Senhor falando ao seu povo quando ele está junto reunido como igreja. É na igreja que ele ouve o Senhor dizer que mesmo tendo feito tudo, o homem perdeu a visão correcta das coisas e por isso, não o deixa ter espaço na sua vida.

Muitas vezes nós nos queixamos que somos colocados de parte, que alguém nos desprezou por isso ou por aquilo, mas devemos lembrar que o Senhor, o Criador, continua a ser desprezado pela maioria da sua criação.

É verdade, Deus Criador de todas as coisas é banido da sua criação. Muitas vezes até é banido da própria igreja. O texto de Apocalipse é muito claro quando diz: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap 3.20). Infelizmente este texto tem sido mal interpretado, pois estão querendo afirmar que o Senhor está falando ao coração dos descrentes, mas o ponto é que a igreja o deixou do lado de fora. Será que em nossos dias não vemos muitas igrejas glorificando o homem, exaltando o homem e deixando o Senhor do lado de fora?

Hoje vivemos dias em que o Senhor tem sido transformado em menino de recado e um serviçal de determinadas e igrejas e lideranças, que pensam que podem dar ordens a Deus. É comum vermos a inversão dos papéis. É comum vermos ainda hoje o homem querendo ser Deus.

A canção é fantástica e mostra-nos a realidade que vivemos. Um mundo que tenta viver sem o seu criador. Um mundo que despreza os mais desfavorecidos. Um mundo caído e injusto.

Quanta teologia dentro da MPB. Quanto aprendemos quando paramos para ouvir com atenção. Como é poder ver que o Senhor nos é apresentado como o Senhor Todo-Poderoso, que criou todas as coisas. Ele é o autor da vida e Ele e somente Ele tem autoridade para fazer todas as coisas.

O Senhor é o Criador de todas as coisas, mas mesmo assim, o homem por causa da queda tem virado as coisas ao Senhor e tem desejado seguir seu próprio caminho. No seu conhecimento, no seu desenvolvimento, o homem fechou às portas da sua casa para Deus e a canção diz com maestria: Hoje o homem criou asas e na maioria das casas eu também não posso entrar.

Quem é Deus? Qual é a nossa definição de Deus?

É facto que “a idéia que temos de Deus determina a natureza da nossa religião, suas características, etc, como também a firmeza da nossa teologia. Descrever Deus e, a um tempo, descrever a nossa teologia e definir a nossa religião. Um sistema religioso é forte ou fraco, segundo a sua idéia de Deus.”[6] Se esta declaração for verdadeira, teremos que afirmar que a religião destes compositores era coerente. Teremos que reconhecer que a teologia deles em muitos momentos ultrapassa a nossa.

É chegado o momento de mostrar ao mundo que como igreja temos um conceito correcto de Deus. É hora de afirmarmos que: “Deus é Espírito Pessoal, perfeitamente bom, que, em santo amor, cria, sustenta e dirige tudo.”[7] Contudo, devemos dizê-lo com graça e não com antipatia. Quando ouvimos a MPB, ouvimos porque ela nos transmite graça, nos dá alegria e a alegria que ela nos dá, é por causa da boa dádiva do Senhor para nós. Sendo assim, escutando atentamente esta rica mensagem que nos é transmitida, recebendo-a com graça, desfrutemos da lição fabulosa que ela nos ensina e nos diz que Deus é o Criador de todas as coisas e que a vida é um acto de amor de Deus.

Que a nossa mensagem, que a nossa proclamação esta fundamentada nesta verdade também, para honra e glória do Senhor.


[1] , Josemar de Souza (org.), 2ª Edição, JUERP, Rio de Janeiro, 1995.


[2] Ibid.


[3] STTOT, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo, 2ª Edição ABU Editora, São Paulo, 1998


[4] http://foideusquemf ezvoce.amelinha. letrasdemusicas. com.br/


[5] http://letras. terra.com. br/gonzaguinha/ 463845/


[6] LANGSTON, A. B. Esboço de Teologia Sistemática, 3ª Edição, JUERP, Rio de Janeiro, 1999


[7] Ibid





 



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O que é a vida? Uma pergunta profunda, mas que a letra de Gonzaguinha nos responde resumindo todo o livro de Eclesiastes. Quero lançar-vos o desafio de lerem o livro de Eclesiastes com calma e a reflectir na letra de Gonzaguinha. Vejam quanta semelhança. Ele conseguiu resumir um livro extraordinário numa breve canção.

Deus é o Criador de todas as coisas, mas o homem o tem deixado de lado. Hoje a ciência tenta roubar a criação de Deus. O ser humano tem virado às costas para Deus e quando isto acontece, ele vira às costas ao seu semelhante também. Como já afirmei antes, sem uma visão correcta de Deus, não teremos uma visão correcta de nós próprios.

Zé Geraldo mostrar-nos esta realidade de maneira estupenda em sua canção “Cidadão”. Ela é um grito social, mas neste grito social, podemos também ouvir o clamor do Senhor. Vejamos o que diz a letra:

Cidadão

Zé Geraldo

Composição: Lucio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço?

Ajudei a levantar

Foi um tempo de aflição

Eram quatro condução

Duas pra ir, duas pra voltar

Hoje depois dele pronto

Olho pra cima e fico tonto

Mas me chega um cidadão

E me diz desconfiado, tu tá aí admirado

Ou tá querendo roubar?

Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido

Dá vontade de beber

E pra aumentar o meu tédio

Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer

Tá vendo aquele colégio moço?

Eu também trabalhei lá

Lá eu quase me arrebento

Pus a massa fiz cimento

Ajudei a rebocar

Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente

Pai vou me matricular

Mas me diz um cidadão

Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar

Esta dor doeu mais forte

Por que que eu deixei o norte

Eu me pus a me dizer

Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava

Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja moço?

Onde o padre diz amém

Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo

Lá eu trabalhei também

Lá sim valeu a pena

Tem quermesse, tem novena

E o padre me deixa entrar

Foi lá que cristo me disse

Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

A canção é em tom de diálogo. E um certo sujeito está a caminhar com um jovem, mostrando-lhe tudo o que fez e a falar da sua insatisfação porque, apesar de ter trabalhado em todos os lugares, ele e os seus não tiveram direito de usufruir dos locais nos quais ele ajudou a levantar. Entretanto, na parte final ele mostra uma igreja. E aqui é bom notar que a igreja é católica, mas tem uma particularidade, ela é inclusivista. É para todos. As igrejas devem ser para todos independentemente da sua situação económica, social, moral e fundamentalmente espiritual. A igreja é lugar de acolhimento.

Ele diz que foi na igreja que encontrou resposta para si. Ali ele foi acolhido. Mas foi na igreja, e aqui é algo extraordinário, pois hoje muita gente pensa que pode receber a mensagem de Deus sozinho e na Bíblia sempre vemos o Senhor falando ao seu povo quando ele está junto reunido como igreja. É na igreja que ele ouve o Senhor dizer que mesmo tendo feito tudo, o homem perdeu a visão correcta das coisas e por isso, não o deixa ter espaço na sua vida.

Muitas vezes nós nos queixamos que somos colocados de parte, que alguém nos desprezou por isso ou por aquilo, mas devemos lembrar que o Senhor, o Criador, continua a ser desprezado pela maioria da sua criação.

É verdade, Deus Criador de todas as coisas é banido da sua criação. Muitas vezes até é banido da própria igreja. O texto de Apocalipse é muito claro quando diz: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap 3.20). Infelizmente este texto tem sido mal interpretado, pois estão querendo afirmar que o Senhor está falando ao coração dos descrentes, mas o ponto é que a igreja o deixou do lado de fora. Será que em nossos dias não vemos muitas igrejas glorificando o homem, exaltando o homem e deixando o Senhor do lado de fora?

Hoje vivemos dias em que o Senhor tem sido transformado em menino de recado e um serviçal de determinadas e igrejas e lideranças, que pensam que podem dar ordens a Deus. É comum vermos a inversão dos papéis. É comum vermos ainda hoje o homem querendo ser Deus.

A canção é fantástica e mostra-nos a realidade que vivemos. Um mundo que tenta viver sem o seu criador. Um mundo que despreza os mais desfavorecidos. Um mundo caído e injusto.

Quanta teologia dentro da MPB. Quanto aprendemos quando paramos para ouvir com atenção. Como é poder ver que o Senhor nos é apresentado como o Senhor Todo-Poderoso, que criou todas as coisas. Ele é o autor da vida e Ele e somente Ele tem autoridade para fazer todas as coisas.

O Senhor é o Criador de todas as coisas, mas mesmo assim, o homem por causa da queda tem virado as coisas ao Senhor e tem desejado seguir seu próprio caminho. No seu conhecimento, no seu desenvolvimento, o homem fechou às portas da sua casa para Deus e a canção diz com maestria: Hoje o homem criou asas e na maioria das casas eu também não posso entrar.

Quem é Deus? Qual é a nossa definição de Deus?

É facto que “a idéia que temos de Deus determina a natureza da nossa religião, suas características, etc, como também a firmeza da nossa teologia. Descrever Deus e, a um tempo, descrever a nossa teologia e definir a nossa religião. Um sistema religioso é forte ou fraco, segundo a sua idéia de Deus.”[6] Se esta declaração for verdadeira, teremos que afirmar que a religião destes compositores era coerente. Teremos que reconhecer que a teologia deles em muitos momentos ultrapassa a nossa.

É chegado o momento de mostrar ao mundo que como igreja temos um conceito correcto de Deus. É hora de afirmarmos que: “Deus é Espírito Pessoal, perfeitamente bom, que, em santo amor, cria, sustenta e dirige tudo.”[7] Contudo, devemos dizê-lo com graça e não com antipatia. Quando ouvimos a MPB, ouvimos porque ela nos transmite graça, nos dá alegria e a alegria que ela nos dá, é por causa da boa dádiva do Senhor para nós. Sendo assim, escutando atentamente esta rica mensagem que nos é transmitida, recebendo-a com graça, desfrutemos da lição fabulosa que ela nos ensina e nos diz que Deus é o Criador de todas as coisas e que a vida é um acto de amor de Deus.

Que a nossa mensagem, que a nossa proclamação esta fundamentada nesta verdade também, para honra e glória do Senhor.




[1] , Josemar de Souza (org.), 2ª Edição, JUERP, Rio de Janeiro, 1995.


[2] Ibid.


[3] STTOT, John. Ouça o Espírito, ouça o mundo, 2ª Edição ABU Editora, São Paulo, 1998


[4] http://foideusquemf ezvoce.amelinha. letrasdemusicas. com.br/


[5] http://letras. terra.com. br/gonzaguinha/ 463845/


[6] LANGSTON, A. B. Esboço de Teologia Sistemática, 3ª Edição, JUERP, Rio de Janeiro, 1999


[7] Ibid





 



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